TRIUNFO DA ESTÉTICA

Capricho do ditador Benito Mussolini (1883-1945) erguido nos anos 40, o Palazzo dela Civiltá Italiana abriga agora e sede romana da Fendi

Conduzida pelo arquiteto Marco Costanzi, a restauração dos 18 mil m² durou quase dois anos e levantou críticas sobre a recuperação deste ícone do período fascista. Pietro Beccari, diretor da luxuosa marca de roupas, afirmou que “o Palazzo está além de discussões políticas, pois é uma obra-prima da arquitetura”. Pela primeira vez em sua existência, o local abrirá ao público, cm mostras de arte no térreo a partir de março de 2016.

triunfoO travertino recobre a fachada do edifício histórico, cuja base é guardada por 28 estátuas clássicas representando a economia italiana.

Matéria publicada por Arquitetura e Construção em dezembro de 2015

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MORAR SOB MEDIDA

Criatividade de arquitetos é colocada à prova em apartamento recém-entregue que incorpora escritório e cozinha rústica

Recém-entregue pela construtora, este apartamento em Perdizes foi direto para as mãos dos arquitetos João Conrado e Gabriel Ceravollo, da Conrando e Ceravollo Arquitetos. A ideia dos proprietários, um casal jovem, era fazer com que o imóvel ficasse na medida para o uso que eles pretendiam fazer da nova casa, ou seja, os arquitetos teriam de criar uma área confortável para abrigar um escritório e também uma boa área de estar, com ambientes integrados. “Não era uma missão tão complicada, já que o apartamento tem 160 m², mas tivemos a ideia de aproveitar o pé direito duplo e fazer um mezanino, perfeito para o escritório ter certa privacidade”, diz Ceravolo.

Com cerca de 10m², o escritório previsto no projeto e aprovado com entusiasmo pelos proprietários, trouxe não só é mais espaço para a família, como também teve papel importante para definir a identidade visual do projeto. “Gosto dessa linha reta que o peitoril de madeira exibe para o estar. A escada é outro elemento escultural importante, feita com uma chapa de ferro dobrado”, explica.

Outro fator relevante no projeto foi a incorporação da varanda ao living, uma estratégia que garantiu mais espaço ao lugar que vai efetivamente ser usado na casa. “Os prédios novos geralmente têm muito espaço para a varanda, isso rouba área do living e não é útil no dia a dia. Fechamos a varanda e a trouxemos para dentro”, conta Ceravolo. A churrasqueira, antes na área externa, foi mantida, ainda que de maneira discreta.

Outro pedido dos clientes era ter uma cozinha de linguagem rústica. Com a direção dos arquitetos, a ideia ganhou alguns toques mais modernos para não parecer desconectada do resto. “Usamos tijolos de cerâmica brancos, combinados com a madeira e o cinza do piso, a combinação agradou aos clientes e não quebrou o ritmo elaborado no todo”, observa. Para criar conexão com a área do bar, uma janela funciona como passa-prato e pode ficar fechada quando preciso.

Reforma feita, na hora de pensar no mobiliário os arquitetos optaram por peças que dialogassem com as linhas retas da estrutura arquitetônica que criaram, como o tapete de estampa geométrica, e o par de poltronas Paulistano, de Paulo Mendes da Rocha. “No final, vejo que a borda de madeira do mezanino emoldurou perfeitamente o projeto. O resultado é como uma imagem em widescreen, tudo segue a linha horizontal.”

sobPar de sofás da Trend no estar.

 

 

sob 1No living poltronas Paulistano e tapete da By Kamy. O piso é de madeira cumaru.

 

 

sob 2Na área que antes pertencia à varanda, os arquitetos acomodaram um bar. O piso é do porcelanato que imita cimento queimado como o da cozinha.

 

sob 3Mesa da Trend e cadeiras Dix, da Clami.

 

 

sob 4Para o bar, os arquitetos desenharam um  móvel de madeira para acomodar garrafas de vinho. A janela aberta na parede da cozinha funciona como passa-prato.

 

 

sob 5Acima, cozinha com revestimento Metro White, da Eliane.

Matéria publicada pela jornalista Natália Mazzoni do Estado de São Paulo em 31 de janeiro de 2016

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FEIRA DE MILÃO 2016

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MAIS EM MENOS

Frente à demanda imobiliária, arquitetos discutem soluções para pequenos apartamentos

Convenhamos: montar uma casa com quarto, cozinha, sala de jantar, escritório e banheiro em menos de 25 m² não é tarefa das mais fáceis. Tudo precisa ser criteriosamente planejado e ajustado para que o espaço seja bem aproveitado e acolhedor. Ainda assim, grandes complexos residenciais com apartamentos de metragem pequena são uma das principais apostas das construtoras em São Paulo, que oferecem condomínios com atrativos pensados para compensar a falta de água individual, como lavanderia e cozinha gourmet.

São empreendimentos voltados a pessoas solteiras e que passam boa parte do tempo no trabalho ou na faculdade, como conta Chris Silveira, da Carq Arquitetos, responsável pela decoração do loft de 22m² do edifício Universo Augusta. Ela destaca que o principal desafio do projeto foi evitar que o imóvel ficasse com “cara de quarto de hotel”. “O loft deve ser realmente uma casa e não só um ponto para dormir à noite e sair de manhã para trabalhar.”

Para criar a sensação de que o imóvel é maior, Carolina Bueno, sócia do escritório Triptyque, diz que espaços abertos, como os terraços, são grandes aliados. “É um lugar gostoso que podemos integrar à sala para trazer a amplitude da vista dentro”.

Cores claras, materiais neutros e espelhos também são importantes estratégias para ampliar o interior do estúdio, diz José Ricardo Basiches. “Temos que dosar para não carregar o ambiente. Quanto mais público, menor fica.” No entanto, a recomendação não significa que o morador deva abrir mão de seus gostos.

Uma parede decorada com pequenos quadros ou retratos, por exemplo, é completamente viável. “É possível carregar em um lado e menos no outro, com acabamentos mais claros. O essencial é saber dosar as duas medidas para não perder a personalidade” diz ele. Outra solução, segundo o arquiteto, é optar por móveis planejados e multifuncionais. “Quanto mais detalhado o projeto, melhor fica.”

“A parte de marcenaria também deve ser bem pensada. O importante é dispor dos mesmos itens necessários para o dia a dia, mas em uma metragem menor”, explica Consuelo Jorge, que assina o projeto de decoração do Vitacon Bela vista, um apartamento de 14 m², onde ela conseguiu criar ambientes distintos de quarto e escritório divididos por uma parede móvel.

Ainda assim, para viver em um espaço tão reduzido, ela reconhece que existem limitações. “A pessoa precisa encarar o consumo de forma diferente, não dá para ser acumulador.”

Até por isso, considerar os custos com mobiliário planejado é essencial para quem pensa em morar em apartamentos pequenos. “Mesmo que o imóvel não tenha um preço alto, a decoração requer, muitas vezes, uma marcenaria mais cara”, alerta Chris. Móveis retráteis por vezes são necessários e, em geral, eles não custam pouco. “Não dá para fazer esses móveis ‘transformers’ sem ferragens e peças importadas. As lojas nacionais ainda não trabalham com esse material e isso acaba encarecendo.”

Os arquitetos reforçam, no entanto, que é possível decorar uma casa pequena com móveis comprados em lojas convencionais. Para Basiches, a multifuncionalidade também não é exclusiva dos produtos encomendados. “Há uma categoria de móveis comerciais que entra nessa medida menor e proporciona equilíbrio e harmonia no apartamento.”

 

Mais 1Detalhe  da bancada que sai da cozinha e chega ao quarto, abrigando ainda uma área de trabalho.

 

Mais 2Unidade do edifício Vibe República, com todos os ambientes integrados. Entre o estar e o quarto, apenas uma TV pivotante. O projeto é da Carq Arquitetos.

 
Mais 3O imóvel de 22 m², decorado por Chris Silveira, tem um jogo de espelhos na área de dormir e também na compacta cozinha, com cooktop de duas bocas.

 

Mais 4Detalhe de cozinha no decorado de Chris Silveira.

 
Mais 5No imóvel do edifício Vitacon Alvaro Rodrigues, Chris Silveira propôs módulos com múltiplas funções desde a porta de entrada, onde fica a cozinha, até o quarto, com sofá-cama.

 

Mais 6No apartamento com projeto do escritório Triptyque, o armário junto ao teto vai de ponta a ponta. Abaixo, detalhe da bancada que sai da cozinha e chega ao quarto, abrigando ainda uma área de trabalho.

Matéria publicada pela jornalista Malu Damázio do O Estado de São Paulo em 31 de janeiro de 2016

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JARDIM NA PAREDE: OPÇÕES CRIATIVAS PARA TER EM QUALQUER CANTINHO

A temporada de calor convida a colocar em dia os cuidados com o jardim. Veja os segredos de uma horta que combina com o revestimento da cozinha, uma parede verde com sistema de gotejamento e outra que reutiliza a água da chuva

Quanto mais verde, melhor. Afinal, com um pouco de plantas por perto a casa fica mais fresquinha e aconchegante. Contamos a seguir os segredos de implantação de três jardins verticais que fogem da mesmice. Inspire-se!

Jardim 1Reúso bem bolado – canos de PVC armazenam água pluvial

Ao retirar a porta que isolava esta área externa do apartamento térreo e cobri-la com vidro, os arquitetos Renata Miron e Tiago Souza ganharam esta varanda de 4m². O próximo passo foi conectar a calha a uma rede de PVC de três polegadas, presa à parede por meio de braçadeiras. Agora o volume que cai no telhado enche os tubos e rega as plantas pendurada na grade. A dupla montou ainda um filtro com manta bidim, brita e areia para cuidar dos 150 litro contidos ali, (que são tratados com cloro líquido sempre que o pH medido acusa alguma irregularidade).

 

 

Jardim 2Horta em alto relevo – revestimento camufla vasos suspensos

Visto de frente, os temperos deste painel parecem flutuar. Quem chega perto entende o truque: cachepôs de compensado naval impermeabilizados e pintados de brancos seguem o formato hexagonal e ganharam o mesmo acabamento cimentício (Passeio Revestimentos) que cobre o restante da parede. As espécies podem ser plantadas definitivamente, desde que o local receba bastante sol. Projeto dos designers Mariana Dornelles e Stefano Barino na Casa Cor Rio de Janeiro de 2015, com consultoria de paisagista Cíntia Gasperi.

 

 

Jardim 3Na medida certa  - sistema automático age por gotejamento

Este jardim em Santo André, SP, tem medidas generosas (55 m²), mas o formato de corretor dificultava a organização do espaço. nos planos da paisagista Juliana Candian, de São Paulo, o painel vertical libera a área central para a circulação, ao mesmo tempo que bancos de alvenaria moldados junto ao muro criam áreas de piso. A mesma pedra hijau (palimanan) cobre o trecho e o balanço e o piso. Para molhar as espécies, há um pino gotejador programado (AquaSystems) dentro de cada nicho de madeira tratada.

Matéria publicada por Arquitetura e Construção digital em 04 de fevereiro de 2016

 

 

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SALÃO DO MÓVEL DE MILÃO 2016, COM VISITAS TÉCNICAS GUIADAS

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NOSSAS DESCOBERTAS EM PARIS

Com o tema Precioso, a 20° edição da Maison & Objet, realizada no mês passado, mostra que o termo vai além de esplendor e raridade. Tem a ver com o estilo de vida e a valorização do que é essencial. Veja o que mais a editora Regina Galvão encontra por lá.

 

nossas 1

Mesa com vários tampos – Inspirado nas esculturas de Alexander Calder (1898-1976), o modelo Palette, do espanhol Jaime Hayon, brinca com os formatos, volumes e materiais dos tampos de madeira, metal e mármore (a pedra aparece com frequência em diversas marcas). Elegante, o móvel entrou no catálogo da dinamarquesa &Tradition.

 

nossas 2

Como nasce um ícone – Reconhecida por lançar objetos de série, a Alessi apresenta mais um a cafeteira de alumínio Pulcina, criada pelo italiano Michele De Lucchi. Mistura de bom design com alta tecnologia, a peça resultou de uma pesquisa de 15 anos da empresa com a marca de café Illy. O foco era produzir o modelo síntese do século 21, capaz de oferecer uma bebida intensa.

 

Still Alive by Antonio Aricò

O art déco está em alta – As formas da coleção Still Alive, do italiano Antonio Aricò para a Seletti, remetem à geometria do estilo que reinou nos anos 1920-30. Atraente e prático, o jogo inclui vasos, potes, copos e peso de papel e mescla diferentes materiais – madeira, cortiça, polietileno, aqui, convivem em total harmonia.

 

nossas 4

Tons azuis evocam paz – As nuances da série Stockholm Horizon, do estúdio sueco Bernadotte & Kylberg, remetem à serenidade do Mar Báltico, imprimindo uma calma atmosfera à mesa. Bowls e vasos de alumínio são pintados com esmalte frio, uma técnica inovadora. A fabricação é da dinamarquesa Stelton.

 

Nossas 5

Luz poética – Batizada B612, o mesmo nome que o do asteirode de O Pequeno Príncipe, esta luminária encanta devido a seu aspecto escultural e por propiciar diversos ângulos de luz graças aos quatros anéis independentes – que irradiam a claridade de LEDs – em vez de projetar só um facho. Concebida pelo francês Henri Bursztyn, a peça une a base de aço escovado a esferas de madeira ou metal.

 

nossas 6

Formas simples têm força – Exemplo de um projeto sem firulas, a Normann Copenhagen soma a seu extenso cardápio a luminária de mesa Acrobat, cm desenho futurista do francês Marc Venot e habilidades acrobáticas, que pode ser colocada em várias posições, da horizontal para a vertical. Vem dividida em duas partes (a base cônica e a fonte de luz de LED, suave e difusa), que se mantêm unidas por ímãs.

 

nossas 7

Vale criar pausas deliciosas – Para os amantes de café, o designer Tom Dixon projetou a linha Brew, um tributo a esse ritual diário, que merece tempo e cuidado. O conjunto reúne, numa bandeja circular, acessório para cada estágio do preparo – da armazenagem ao servir. Feitos de aço, potes, bules e xícaras receberam acabamento acobreado brilhante.

 

nossas 8

Os tubulares voltaram – Móveis de tubos metálicos retornam com estilo e elegância, como no caso da mesa Van Gogh, da francesa Fermob. De alumínio e disponível em 23 cores, ela se baseia na série de quadros Quarto em Arles, do pintor impressionista holandês (1853-1890). Delicado, o desenho leva a assinatura de Alessandra Baldereschi.

Matéria publicada por Casa Claudia em outubro de 2015

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VIGAS DE CONCRETO À MOSTRA E GRANILITE COLORIDO COMPÕEM APÊ NO COPAN

Reforma da unidade de 150 m² no famoso prédio paulistano assumiu uma estética brutalista e urbana, a cara da cidade!

O casal de designers Fernanda Ficher e Daniel Trench sempre namorou o Edifício Copan de longe, enquanto passeava a pé pelo centro de São Paulo. O que eles não sabiam é que um dia conseguiriam comprar um apartamento de 150 m² no famoso prédio. Fechado durante cerca de 10 anos, a unidade mantinha o layout original e estava em bom estado, porém a distribuição dos espaços e os revestimentos existentes não agradaram aos novos proprietários. Como uma reforma seria inevitável, o casal encomendou o projeto ao arquiteto Cesar Shundi, amigo de longa data e um dos sócios do escritório SIAA.

Ao longo de nove meses de obra muita coisa mudou: os quatro dormitórios viraram dois, o banheiro amplo foi dividido para que os moradores tivessem um lavabo, a cozinha dobrou de tamanho, o quarto diminuiu para a varanda aumentar, a lavanderia mudou de lugar… Muitas paredes vieram abaixo, mas todas as alterações foram pensadas para que as características da arquitetura do Copan fossem preservadas. Com vigas e colunas de concreto aparente, piso de granilite rosa e tacos de diferentes tonalidades, o apartamento assume as marcas do passado e carrega uma estética urbana que é a cara da cidade.

Confira a história completa no site Histórias de Casa.

Matéria publicada por Arquitetura e Construção digital em 03 de fevereiro de 2016

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OS DESTAQUES DA MAISON ET OBJET PARIS DE 2016

A primeira Maison & Objet Paris de 2016 começou no dia 22 de janeiro e terminou, dia 26. Os cinco de dias de feira foram marcados por lançamentos de peças de luxo assinadas por grandes designers, além de ambientes decorados e uma loja conceito. A programação ainda incluiu instalações especiais, conferências e prêmios. E os brasileiros marcaram presença em Paris. O diretor de redação de CASA CLAUDIA, Alexandre Ferreira, viajou a convite da feira para comandar a mesa redonda “A World Tour of Design Local Made” (Uma viagem mundial pelo design local) no domingo, dia 24. A palestra reuniu o designer brasileiro Sérgio J. Matos, o francês Gaël Manes e o filipino Kenneth Cobonpue para debater sustentabilidade, artesanato e design local. Quer ouvir a palestra completa?Clique neste link.

Confira alguns destaques da feira:

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Estes são dois lançamentos da Pulpo na Maison & Objet: as mesinhas chiara + fosco, de Elisa Stroyky – em três tamanhos, com tampo feito a mão e desenhos únicos – e, ao fundo, o pallet de Sebastian Herkner.

 

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A francesa Eichholtz aposta numa inspiração tropical chique para o seu estande.

 

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A dinamarquesa Muuto investe no terracota e marrons para tecidos, mesas e pendentes nesta Maison & Objet.

 

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Os famosos peixes da italiana Paola Navone se transformaram em copos, travessas, garrafas, entre outras peças de mesa e móveis para a coleção Fish & Fish, criada para a belga Serax.

 

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Para o mobiliário, a designer italiana aposta em traços finos e cores leves.

 

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A grife italiana Missoni Home não apresenta muitas novidades, porém brilhou com este espaço e seu jogo de cores feito com maestria.

 

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A japonesa Arita comemora os seus 400 anos na Maison & Objet. Para celebrar a data, convidou os designers Ken Kiyoyuki Okuyama, Kengo Kuma, Beat Takeshi e Kashiwa Sato, autor deste trabalho, para criar peças exclusivas lançadas em Paris.

 

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No clique, as taças da coleção Tank, de cristal soprado com acabamento de cobre, de Tom Dixon. O designer britânico se inspirou em equipamentos de laboratório para servir drinks modernos.

 

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O tema da Maison&Objet deste ano foi Wild e o espaço Inspiração teve a curadoria de François Bernard. Esta peça é de Werner Neumann e faz parte da Birchwood Collection.

 

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A coleção do australiano Brodie Neill para Made in Ratio é o resultado de um laboratório de pesquisa com materiais, um misto de poesia e tecnologia. A cadeira Alpha é de madeira maciça, a chaise Cowrie é feita de lâminas de madeira moldadas e o banco branco Pleat foi moldado de uma única peça de Corian.

 

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Os irmãos Fernando e Humberto Campana lançaram a luminária Fungo chandelier, criada para a tcheca Lasvit. Pendurada por um pedaço de corda, a peça tem seis braços irregulares feitos de ripas de madeira, com lâmpadas de vidro achatadas e prensadas entre elas.

 

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Pela primeira vez na Maison&Objet, a Trousseau participou no stand da Renaissance, com os jogos de lençol da linha White Luxury e de sua linha de hotelaria.

Matéria publicada Casa Claudia em 26 de janeiro de 2016

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MANUFATTI APRESENTA LINHA DE REVESTIMENTOS TRIDIMENSIONAIS CERÂMICOS NA EXPO REVESTIR 2016

Fevereiro de 2016 – Sinônimo de liderança, qualidade e excelência para a fabricação e comercialização de revestimentos especiais e de elementos vazados cerâmicos – cobogós no mercado brasileiro, a Manufatti inova mais uma vez. Com pioneirismo no Brasil, a empresa irá apresentar durante a 14ª edição da Expo Revestir, evento que acontece anualmente e que já é reconhecido como a fashion week da arquitetura e construção, a sua linha especial de revestimentos tridimensionais cerâmicos e esmaltados, com acabamentos diferenciados, em diversas cores e volumetria robusta.

Lançamento da Manufatti na Expo Revestir 2016, a Linha Geometria de revestimentos tridimensionais cerâmicos e esmaltados é composta por peças que despertam os sentidos humanos e nos remetem aos símbolos e formas geométricas de elementos facetados tais como os triângulos, losangos e hexágonos. Eternizados em expressões artísticas e construções históricas, com nas pirâmides do Egito e nos origamis do Japão, são desenhos que atraem os olhares e despertam a curiosidade, seja pelo segredos que guardam ou pela sensação de beleza que despertam. A Linha Geometria será lançada com a apresentação inicial ao mercado de cinco de suas novas peças: Pirâmide, Lança, Exato, Triângulo e Losango. E, ainda, mais uma nova linha da Manufatti, composta por revestimentos com formas orgânicas, em breve será anunciada e também lançada durante a realização da Expo Revestir 2016.

 

manufattiLegenda / Crédito imagem 3D: Ambiente que apresenta 03 lançamentos da Linha Geometria de revestimentos tridimensionais cerâmicos Manufatti – Exato, Lança e Triângulo / Divulgação Manufatti.

 
Os visitantes da fashion week da arquitetura e construção poderão conferir, ainda, novos modelos, acabamentos e cores dos já reconhecidos e consagrados cobogós. Diferencial da marca, os elementos vazados Manufatti são “artesanalmente industrializados”, o que significa unir a beleza de uma peça feita à mão ao processo de fabricação com implantação de tecnologia avançada. O resultado se traduz em precisão, excelência em desempenho e agilidade no cumprimento de prazos para a construção de divisórias entre ambientes, suportes para bancadas, peitoris de varandas, aplicação de cobogós tal como revestimentos em superfícies, entre outras possibilidades inusitadas de uso com formas, jogo de luzes, transparências e desenhos inspiradores.

Empresa 100% brasileira, a Manufatti atua no mercado antecipando tendências e apresenta aos profissionais do setor diversas opções de produtos que unem beleza, versatilidade de uso e segurança para a criação de projetos em arquitetura, decoração de interiores e design contemporâneos, sempre com a presença do elemento cerâmico.

O amplo portfólio de cobogós e revestimentos especiais cerâmicos da Manufatti traz ao mercado linhas e coleções especiais, com formatos diferenciados das peças, diversas opções de cores, acabamentos esmaltados, foscos, brilhantes, metalizados e, ainda, a possibilidade de criação de produtos sob medida de acordo com a criatividade de cada profissional.

 

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