ESTA CASA NOS ESTADOS UNIDOS É UMA VIAGEM DE VOLTA AOS ANOS 50

Em Dallas, esta casa foi construída em 1954 e manteve a tradição e traz todo o charme de meados do século XX. E ela está a venda!

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Os fãs da série Mad Men hão de convir que não faltaram estilo e beleza nos anos 1950. Carros incríveis, como este Cadillac pink, homens charmosos, como o personagem Don Draper, e mulheres exuberantes à la Marilyn Monroe… Há muito charme nesta época!

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Esta casa, em Dallas, nos Estados Unidos, é prova viva.

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Projetada por Gordon Nichols, a Smith House foi construída em 1954 e conserva várias características da época – a cozinha, por exemplo, mantém os armários originais. Veja como usar o estilo retrô na decoração.

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Cores ousadas e o mobiliário chamam a atenção. É só olhar para a cama redonda no quarto principal.

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Matéria publicada pela jornalista: Marina Conte da, Casa Claudia em 21 de setembro de 2016

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TENDÊNCIA: ESTRUTURA BAIXA SEPARA AS SALAS DE ESTAR E JANTAR NESTE APARTAMENTO

Atrás do sofá, estrutura de madeira serve para dividir os ambientes e como suporte para itens de decoração

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Neste apartamento em Bucareste, na Romênia, projetado por Rosu Ciocodeica, uma técnica simples, mas eficaz divide a sala de estar da sala de jantar.

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Um aparador de madeira foi construído e colocado atrás do sofá para atuar como divisor de cômodos.

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O método é uma tendência que vem aparecendo aos poucos e é uma boa solução para delimitar os ambientes sem ocupar muito espaço.

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A altura da estrutura é a mesma do sofá e serve perfeitamente para receber alguns itens de decoração, como a escultura de ave, ou alguns livros. Confira mais imagens abaixo:

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Matéria publicada por Casa Claudia em 20 de setembro de 2016

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5 IDEIAS PARA DECORAR O INTERIOR DA CASA COMO UM OÁSIS

Para deixar o ambiente mais alegre, confortável e colorido, aposte na decoração usada em ambientes externos

A primavera está chegando e, com ela, temperaturas mais quentes. Flores, cores e um novo humor passam a fazer parte da nossa vida, então, que tal trazer esse espírito para dentro da casa? O design Mark D. Sikes adora decorar interiores com temas florais e típicos de um ambiente externo. Ele acredita que isso traz alegria, conforto, melhoram a atmosfera do espaço e quase todo mundo gosta. A seguir, algumas dicas para incorporar esse décor na sua casa:

1. Deixe portas e janelas abertas

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Deixe o ar, a energia, as cores e os sons do lado de fora entrar. Se os ambientes externos e internos conseguirem se integrar, melhor ainda. Nada como fazer uma refeição com a sensação de estar ao ar livre.

2. Coloque flores em todos os lugares

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Inspire-se em um belo jardim e tenha em mente flores de que você gosta muito para usar no seu ambiente interno. Neste quarto, Mark D. Sikes usou estampas florais em quase tudo: cortinas, poltrona e roupas de cama. Quadros com desenhos botânicos também compõem o ambiente. E, para dar equilíbrio, a colcha, as almofadas e o tapete têm estampas mais gráficas.

3. Estilo Chinoiserie

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As estampas botânicas eram costume no Ocidente, muito usadas pelos chineses. Na entrada desta casa, alguns painéis com o delicado desenho e as cores claras criam um cenário bem leve e fresco.

4. Aposte em materiais comuns em ambientes externos

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Móveis com matéria prima natural, textura e um ar rústico normalmente usados nos espaços ao ar livre, podem dar um clima descontraído ao interior da casa, deixando de lado a formalidade.

5. Mescle estilos diferentes

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Para trazer a tranquilidade do jardim sem perder em graça e beleza, contraponha estilos diferentes. Aqui, o papel de parede e o vaso de treliça combinam com espelho e aparador ornamentados.

Matéria publicada pela jornalista: Mariana Conte da, Casa Claudia em 19 de setembro de 2016

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INSTALAÇÃO AQUÁTICA CRIA PRAÇA FLUTUANTE NA ITÁLIA

Chamada Arcipelago di Ocno, a praça homenageia o semideus Ocno e fica em Mantova, eleita a capital italiana da cultura neste ano

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Eleita a capital italiana da cultura neste ano, a cidade de Mantova, acaba de receber uma instalação especial.

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O estúdio Space Caviar inaugurou, na semana passada, uma praça em formato de arquipélago de estruturas flutuantes que receberá concertos, eventos, palestras e outras atividades culturais em um dos lagos da cidade.

Insta 3Chamada Arcipelago di Ocno, a instalação homenageia o semideus Ocno e pode ser reconfigurada, relocada e estendida. Ela foi pensada para durar muitos anos no local.

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“Os cidadãos de Mantova foram por muitos anos privados do prazer de aproveitar inteiramente a relação com a água”, Lorenza Baroncelli, Conselheira da Regeneração Urbana de Mantova disse ao Arch Daily, que publicou o projeto. “O arquipélago finalmente representa um elemento de inovação artística e cultural com um grande apelo internacional ao lado da maior parte das belezas históricas da cidade”, completou.

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Matéria publicada pela jornalista: Mari Bruno da, Casa Claudia em 19 de setembro de 2016

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ARQUITETURA PARA CRIANÇAS

Viabilizado por meio de financiamento coletivo, ‘Casacadabra’ retrata 10 casas emblemáticas de várias cidades do mundo

ArquiA Casa de Vidro, de Lina Bo Bardi, é uma das 10 casas mostradas no livro Casacadabra. As autoras, Simone Sayegh e Bianca Antunes, querem despertar nas crianças o interesse por arquitetura.

Há dois anos, a arquiteta Simone Sayegh tentou comprar um livro sobre arquitetura para a filha, então com 7 anos, mas não achou nenhum em São Paulo. Foi a partir desse episódio que nasceu a ideia de ensinar arquitetura para crianças, agora concretizada no livro CasaCadabra, com lançamento previsto para o dia 10 de setembro no Museu da Casa Brasileira (Av. Faria Lima, 2.705). A edição, viabilizada por financiamento coletivo, detalha dez casas de épocas e estilos variados, de diferentes cidades do mundo, como a Casa de Vidro, de Lina Bo Bardi, em São Paulo, a NA, de Sou Fujimoto, em Tóquio, e a Batlló, de Antoni Gaudí, em Barcelona. “São construções emblemáticas, que deram muitas contribuições à arquitetura”, diz Simone, que assina o livro com Bianca Antunes. Exemplos perfeitos para despertar o interesse pela arquitetura em crianças – e mesmo em muitos adultos.

Arqui 1Capa do livro Casacadabra, que FOI lançado no dia 10/9, no Museu da Casa Brasileira. O livro está à venda no site da editora: www.pistacheeditorial.com.br e custa R$ 80 .
Arqui 2A Casa Bola, do arquiteto Eduardo Longo, em São Paulo, também está no livro Casacadabra.

 

 

Arqui 3A casa transparente NA, do arquiteto Sou Fujimoto, em Tóquio. No lançamento do livro, que foi no dia 10/9, no Museu da Casa Brasileira (Av. Faria Lima, 2.705).

 

 

Arqui 4A Casa de Vidro, de Lina Bo Bardi, é uma das 10 casas mostradas no livro Casacadabra. As autoras, Simone Sayegh e Bianca Antunes, querem despertar nas crianças o interesse por arquitetura.

 

Arqui 5Arquitetos cujos projetos foram retratados no livro Casacadabra. As 10 casas escolhidas para apresentar conceitos de arquitetura para crianças são de épocas e estilos variados. As ilustrações são de Carolina Hernandes.

 

 

Arqui 6Fachada do Copan, prédio de Oscar Niemeyer retratado no livro Casacadabra.

Matéria publicada por, O Estado de São Paulo em 04 de setembro de 2016

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ARQUITETURA EM TODAS AS FRENTES

Livro em colaboração com Juliana Suzuki destaca o trabalho do profissional na criação de móveis e design de interiores

Hugo 1Mesa reeditada pela Etel.

Mais que arquiteto, designer ou decorador, a melhor definição para a carreira de Jayme Campello Fonseca Rodrigues (1905–1946) é a de criador de atmosferas. Assim se refere a ele Hugo Segawa, autor do livro Jayme C. Fonseca Rodrigues – Arquiteto, com a colaboração de Juliana Suzuki. Outra característica singular de seu trabalho, a atuação em diferentes escalas, do desenho de móveis à urbanização, fica patente na reedição de quatro de seus móveis pela Etel Interiores. “Seu mobiliário representa bem a transição entre a corrente que seguia as tradições francesas para o movimento modernista”, comenta Lissa Carmona, sócia e diretora da marca. “Ele é um daqueles raros profissionais que praticavam o chamado exercício de desenho integral”, complementa Juliana que, com Hugo, falou ao Casa sobre os lançamentos.

Por que Fonseca Rodrigues pode ser considerado um arquiteto “ensemblier”?

Juliana Suzuki: O termo, de origem francesa, distingue o profissional que busca conciliar em seu trabalho arquitetura, mobiliário e decoração. Jayme é um arquiteto “ensemblier” pois atuou em todas essas frentes. Suas residências revelam que as definições de mobiliário, por exemplo, surgiam com a elaboração do projeto arquitetônico.

Jayme atuou em período intenso da história nacional, que vai do término da 2ª Guerra à Era Vargas. Como isso se manifestou em sua obra?

Hugo Segawa: Durante seu período de atuação, de 1930 a 1946, o governo brasileiro investiu muito em infraestrutura, o que lhe proporcionou inúmeros contratos. Incluindo um plano de loteamento de casas na Mooca e um conjunto residencial na Vila Madalena, que só não se realizou por causa de sua morte. Sua obra reflete o futuro que o poder público e a iniciativa privada delineavam para o Brasil.

Quais as principais contribuições do arquiteto para a arquitetura e o design nacional?

JS: Seu trabalho se destaca pela racionalidade e rigor, associados a apurado senso estético. Merecem atenção os ambientes que criou para sua residência e para a de sua irmã, entre 1935 e 1937. No design de móveis, suas criações art déco, estilo então em alta na Europa e nos Estados Unidos, evidenciam preciosismo de detalhes, emprego de madeiras nobres e soluções de uma sofisticação incomum mesmo para os dias atuais, como puxadores de gaveta de cristal de rocha.

Hugo 2Interior de casa com projeto do arquiteto.

 

 

Hugo 3Cadeira redonda, um dos quatro móveis desenhados pelo arquiteto e reeditados pela EtelFoto: Divulgação.

 

 

Hugo 4Interior de casa com projeto do arquiteto.

Matéria publicada pela jornalista: Marcelo Lima do, O Estado de São Paulo em 04 de setembro de 2016

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MAIS ESPAÇO EM 42m²

Reforma incorporou varanda ao quarto, que agora tem cama king size e janelão

São só 42 m² disponíveis neste apartamento no Brooklin. Mesmo assim, o casal de moradores fazia questão de ter uma boa sala para ver TV, uma mesa de jantar para seis pessoas, closet e um quarto onde coubesse uma cama tamanho king size. “Pensando nos pedidos dos clientes e no tamanho do apartamento até parecia algo impossível, mas não foi. Estudamos a planta e descobrimos que um ajuste resolveria tudo”, diz Zé Guilherme Carceles, do Casa 100, escritório que assina o projeto.

A mudança crucial aconteceu na área do quarto. A parede de drywall que o separava da sala foi derrubada, e ele ganhou mais espaço, invadindo a varanda. “Feito isso, usamos o espaço onde antes ficava o quarto para acomodar o closet. Outra estratégia que usamos para ganhar um pouco mais de área útil foi usar painéis no lugar de paredes em alguns lugares”, explica o arquiteto.

Para que a sala e a cozinha tivessem tamanho suficiente para receber os amigos, os ambientes ficaram integrados e a bancada que serve para apoiar os eletrodomésticos percorre o ambiente até a área do estar, onde fica a TV. “Gostamos de desenhar móveis desse tipo para apartamentos pequenos. Isso cria unidade visual, economiza espaço e funciona bem para os moradores”, aconselha Carceles.

Ambientes como esse exigem organização: o varal e a máquina de lavar roupa ficam dentro do armário verde do estar, que passa quase despercebido. “No jantar, aproveitamos um espaço do painel de laca, que é o fundo do closet, para criar um pequeno espaço para armazenar mantimentos. Em apartamentos pequenos, organização e criatividade são fundamentais.”

Mais 1A mesa fica encostada no painel de laca com portas nas pontas: uma para a dispensa e outra parta o quarto.

 

 

Mais 2A bancada de cimento queimado vai da cozinha até o estar. A luminária é da Reka.

 

 

Mais 3O living visto de outro ângulo. Uma mesma bancada vai da cozinha à sala.

 

Mais 4             Sobre a bancada com cooktop e pia, a prateleira é iluminada por uma fita de LED.

 

 

Mais 5O quarto ocupa a área que era da varanda. Foram instaladas duas cortinas, de voal e do tipo blecaute.

 

 

Mais 6Na reforma do escritório Casa 100, parte da área que antes era do quarto deu lugar a um closet.

 

 

Mais 7No banheiro, os tons de cinza das paredes, bancada e azulejos do box só são quebrados pelo amarelo vivo do armário.

Matéria publicada pela jornalista: Natália Mazzoni do, O Estado de São Paulo em 11 de setembro de 2016

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MAIOR PARQUE TEMÁTICO COBERTO DO MUNDO É INAUGURADO EM DUBAI

A cidade cheia de superlativos e exageros ganha mais uma construção imponente: um parque que homenageia personagens do Cartoon Network e da Marvel

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Dubai é famosa por superlativos e exageros. Possui o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa, ilhas artificiais, hotel com floresta tropical, shoppings imensos… Uma ostentação sem fim! A essa lista, podemos acrescentar agora o maior parque temático coberto do mundo.

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O IMG Worlds of Adventure mede cerca de 140 mil m² e custou um bilhão de dólares. O parque faz homenagem aos personagens do Cartoon Network e Marvel. Em 31 de agosto, foi aberto pelo governante Sheikh Mohammed bin Rashid, que fez um tour pelas instalações.

Park 4Com mais este empreendimento, Dubai espera atrair 20 milhões de turistas por ano até 2020. No ano passado, 14 milhões de pessoas visitaram a cidade. A ideia de um parque fechado é bastante atraente para moradores e turistas, já que a cidade, no verão, chega a 41°C.

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Park 6Há 22 atrações no Worlds of Adventure, incluindo uma montanha russa que percorre o interior do parque e uma parte exterior, com vista para o deserto ao redor. E também 25 lojas e restaurantes.

Park 7Clássicos do Cartoon Network, como as Meninas Superpoderosas, estão ao lado de heróis da Marvel, como Hulk e Homem Aranha. O Worlds of Adventure é um dos vários parques temáticos da região, que ainda conta com o Ferrari World, em Abu Dhabi e receberá, em breve, um parque aquático da Legoland e uma unidade da Six Flags.

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Matéria publicada pela jornalista: Marina Conte do, O Estado de São Paulo em 12 de setembro de 2016

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SOFÁ ‘MADE IN ITALY’

Mais de dez anos depois de abrir fábrica na Bahia, a Natuzzi instala espaço na Alameda Gabriel Monteiro da Silva para se aproximar mais do consumidor brasileiro

SoSofá Borghese, um dos modelos da Natuzzi, marca italiana que vai abrir uma loja-conceito em São Paulo.

Pasquale Natuzzi junior, diretor de comunicação da multinacional italiana de estofados Natuzzi, não se lembra de um só momento de sua vida em que não esteve envolvido com a empresa fundada por seu pai em 1972, na cidade de Matera. “Quando criança passava meus dias correndo pelos corredores da nossa fábrica até que, aos 22 anos, logo após concluir minha formação universitária, ingressei formalmente na empresa”, conta ele, que atua como embaixador internacional da marca e vê com entusiasmo sua implantação no Brasil. Primeiro em 2003, quando uma unidade fabril foi instalada em Salvador. E agora, quando uma loja-conceito será inaugurada na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, em outubro. “Estou feliz em chegar ao Brasil logo após os Jogos Olímpicos. Deu tudo tão certo que sinto uma energia especial no ar. Não só no Rio, mas em todo o País”, afirmou nesta entrevista ao Casa.

Muitos dizem que um sofá não se reconhece por fora, mas por dentro. Concorda com a ideia?

Penso que um bom sofá tem de ser perfeito tanto dentro quanto fora! No nosso caso, procuramos pensar em cada componente. Mas, sem dúvida, quando um sofá é perfeitamente organizado na parte interna, naturalmente, se mostra perfeito também por fora.

O que se espera de um bom sofá? As expectativas variam de país para país?

Em linhas gerais, são idênticas no que diz respeito ao design “made in Italy”. O que varia, em alguns casos, são as dimensões dos assentos, de acordo com o biótipo de cada população, além, claro, de condições de gosto específicas que procuramos atender por meio de uma ampla gama de revestimentos e capas. Em termos de utilização, brasileiros e italianos, por exemplo, esperam um móvel confortável para relaxar com a família e os amigos e, ao mesmo tempo, que ele seja o centro da sala. Ou seja, que o produto seja atraente e resistente.

Quais razões levaram a empresa a abrir uma fábrica na Bahia e uma loja própria em São Paulo?

A fábrica no Brasil é uma demonstração de quanto acreditamos no potencial do mercado sul-americano e, sobretudo, do brasileiro. Ter uma fábrica no país nos ajuda a estar mais próximos de seus consumidores, proporcionado uma espera menos longa até o produto chegar. Quanto à loja em São Paulo, a cidade, além de a mais cosmopolita, é o centro da vida econômica e social do país. Nós simplesmente tínhamos de estar aqui.

So 2Sofá Jeremy, assinado pelo Studio Memo e produzido pela marca italiana Natuzzi.

 

 

So 3O direto de comunicação da italiana Natuzzi, Pasquale Natuzzi.

 

 

So 4Poltrona Aldo, da Natuzzi.

Matéria publicada pelo jornalista: Marcelo Lima do, O Estado de São Paulo em 18 de setembro de 2016

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MORADIA COM INSPIRAÇÃO

Ambientação de apartamento mistura referência ao industrial e leveza da madeira

InspirO amplo living com ambientes integrados tem móveis da loja carioca Arquivo Contemporâneo.

Quando as arquitetas Fabiana Silveira e Patricia de Palma, do escritório SP Estúdio, chegaram a este apartamento, na zona oeste de São Paulo, a obra mais pesada já havia sido feita sob comando do proprietário, que recorreu a elas para finalizar a ambientação. “Ele queria um estilo industrial e moderno”, diz Patricia.

Foi com esse pedido em mente que a dupla, em parceria com o arquiteto Bruno Moraes, instalou a cozinha aberta da Formaplas, desenhou toda a marcenaria e planejou a distribuição do mobiliário, em sua maioria comprado na loja carioca Arquivo Contemporâneo, pelo apartamento de 170 m².

Aço corten, tons de cinza e até um pouco de ferrugem marcam a decoração, definida por Patricia como “industrial sensível”. Em contraponto à crueza dos revestimentos, painéis de cerejeira acomodam a TV em dois pontos do living. “A leveza da madeira deixou chique o ambiente com inspiração fabril”, diz.

Demarcando a área do cozinha, uma grade de aço corten foi instalada abaixo da laje, avançando até parte da sala. Em todo o piso a opção foi por um porcelanato que imita cimento e o mesmo material aparece em duas paredes – do jantar e do estar – com aparência de aço desgastado.

Quando se entra no apartamento, logo se percebe um toque de irreverência na decoração: perto da janela, ao lado de uma poltrona Charles Eames, um banheira redonda está à vista de todos. Mas a ideia ali não é necessariamente se banhar, mas brincar: ela foi pensada mesmo para a diversão dos dois filhos pequenos do morador.

Inspir 1A cozinha da Formaplas é aberta para a sala. Uma tela de aço corten demarca o ambiente.

 

 

Inspir 2Logo que se entra no apartamento se avista a banheira, instalada perto da janela.

 

 

Inspir 3O amplo living com ambientes integrados tem móveis da loja carioca Arquivo Contemporâneo.

 

 

Inspir 4No jantar, a mesa de Jader Almeida é acompanhada por cadeiras e um banco. O projeto luminotécnico é da Mingrone Iluminação.

 

 

Inspir 5A parede do hall de entrada recebeu escultura Clouds, da Lign Roset.

 

 

Inspir 6O painel de cerejeira apoia a TV. A parede recebeu placas de porcelanato que imita aço corten.

 

 

Inspir 7Tons de cinza marcam a decoração deste apartamento na zona oeste de São Paulo com projeto SP Estúdio em parceria com Bruno Moraes.

Matéria publicada por, O Estado de São Paulo em 11 de setembro de 2016

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