FIM DE SEMANA PERFEITO

Roma mobili

Uma Transformação radical tornou este conjugado perfeito mais prático e arejado, qualidade medida para os pequenos períodos desfrutados pelo jovem casal paulista no Rio de Janeiro.

Quando convocaram a designer Marcella Bacellar e a arquiteta Renata Lemos, os proprietários já tinham demolido praticamente todas as paredes do apartamento de 27m², situado a poucos passos da Praia  do Arpoador, ponto privilegiado da orla carioca. “Compramos o imóvel há mais de dez anos e ocupávamos de modo improvisado. Moramos em São Paulo e passamos apenas aqui”, conta o comerciante Daniel Covas, casado com a administradora Andrea, ambos de São Bernardo do Campo. Foi depois de uma temporada de Carnaval que os dois resolveram investir numa obra capaz de trazer mais qualidade ao espaço compacto. “contratamos um pedreiro por impulso. O intuito era colocar abaixo as Divisões. As profissionais chegaram nessa etapa e definiram a repaginação e os revestimentos”, Lembra Daniel.

Caixa de madeira

Jovem, ainda sem filhos e adepto do estilo descontraído da zona sul da capital fluminense, o casal concordava com as ideias de integração máxima e visual contemporâneo. “Precisávamos de um lugar funcional dotado de cozinha  compacta mas aberta para o estar”, observa Andrea. Ela e o marido não se importaram nem de dispensar a mesa de jantar – o balcão com assentos altos é suficiente para os dias informais transcorridos aqui. Tal desapego favoreceu a circulação, que se tornou mais livre.

Com carta branca para repensar a distribuição, as especialistas colocaram o banheiro junto da entrada a delimitaram uma atraente área de convívio. “A porta entre sala e quarto se recolhe quase completamente. Já a marcenaria foi planejada para ser básica e leve. Não poderíamos barrar a única entrar entrada de luz, vinda da janela do dormitório, com excesso de móveis e divisórias”, explica Renata. Em relação aos acabamentos, uma regra: uniformidade.

“Manter o mesmo piso é uma dica infalível para criar identidade e amplitude em moradas pequenas”, conclui.

Matéria pela revista Arquitetura & Construção por Simone Raitzik

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BANHO DE ESTILO

No banheiro dos sonhos, uma chuveirada leva embora o estresse do dia a dia. Com base em projetos de sua autoria, três arquitetos revelam os segredos do espaço ideal e selecionam outros produtos adequados a cada proposta

No calor de Ribeirão Preto, no interior paulista, todos os recursos que proporcionam frescor são bem vindos. Neste projeto, a arquiteta Regina Adorno começou por prever a conexão com um trecho de jardim reservado. Graças á ventilação de sobra e á farta claridade, o jeitão de sala de banho está garantido. O toque natural do mármore cappuccino, presente na bancada e nas paredes, reforça a atmosfera tranquila.  O tom médio dá mais leveza ao espaço, que é bastante amplo”, diz a profissional. Quando anoitece, o mix de iluminação sutil perto do espelho e pontos focais dentro do boxe contribui para o efeito cenográfico e relaxante.

“Conforto é um luxo para todos os dias. Devemos sempre nos presentear com aquele clima de hotel.” Regina Adorno, arquiteta

CLIMA DE SPA

As escolhas de Regina Adorno atendem a quem busca transformar seu ambiente num reduto de elegância e bem – estar . Até o paisagismo entra na lista de ingredientes indispensáveis

Registro Minimalista

Registro Minimalista – Com traços simples e tamanho discreto (5 x 5 cm), o acabamento de registro da Linha Polo é ótima escolha para quem prefere disfarçar tal elemento. Da Deca, custa R$ 172.

Vertia Green Design Costela de adao

Vegetação Rica – A Vertia Green Design desenvolveu um sistema de Hidroponia capaz de sustentar grandes espécies (como a costela-de-adão, na foto acima) sem desmandar muita manutenção. a partir de R$ 1,5 mil o m² (para o mínimo de 30 m²).

Square Line Oculto

Ralo Camuflado – O Square Line Oculto (Ralo Linear) acomoda-se sob um recorte no revestimento do piso. Ponto para a discrição. Com 15 x 15 cm, sai por R$ 156.

Dach G La LampeBoa Luz Geral – Vidro opalino soprado dá forma à arandela Dach G, da La Lampe. O desenho longilíneo faz da peça (6 x 8,5 x 54

Matéria publicada pela revista Casa & Arquitetura por Lara Muniz em fevereiro de 2015

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PUREZA ABSOLUTA

Revigorados com tecnologia de ponta, corpos cristalinos brilham ainda mais

A ciência define os cristais como formações rochosas geradas sob certas condições geológicas. Mas a alma humana tende á poesia, e escolhemos chamar cristal tudo que remete a pureza, leva a cintilância. O sapatinho da cinderela, se existiu, provavelmente foi feito de uma liga de vidro com, no mínimo, 30% de óxido de chumbo – garantia de transparência também nas tradicionais taças de nossas avós. O avanço tecnológico cumpriu sua parte gerando superfícies mais polidas, resistentes e translúcidas. Repaginando para consumo contemporâneo, o material, aliado a todo seu acervo de sonhos, está presente no universo fashion, na arquitetura e no design em propostas que resgatarão a fantasia de viver num palácio invisível.Projeto de Carlo Santambrogio

Visão Panorâmica – Projetada pelo italiano Carlo Santambrogio, esta casa de campo suíça emprega, em pisos, paredes e móveis, um sanduiche composto de cinco lâminas de vidro extratransparente (15 mm de espessura), temperado e laminado, que vai parafusado na estrutura de aço. no banheiro, um dispositivo deixa a superfície opaca ao toque de um botão

Enfeite Papillon Luck Buterfly

Voo delicado – Da coleção Animals & Figurines, o enfeite Papillon Lucky Butterfly (6,5 x 8 cm), da francesa Baccarat, está disponível, em dez tonalidades. A partir de R$ 630.

Axor Starck V - hansgrohe

Torneira invisível – Philippe Starck assina o misturador Axor Starck V (Hansgrohe), que exibe, em seu interior, o redemoinho provocado pelo fluxo d’água. A peça (25 cm de altura) será lançada em março e custará a partir de R$ 7 mil, na Vallvé.

 

Matéria publicada pela revista Arquitetura & Construção Por Denise Gustavsen em fevereiro de 2015

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13 MODELOS DE PENDENTES ATÉ R$ 270

Eles contêm uma lâmpada só e, mesmo assim, possuem o poder de mudar a cara do ambiente. Solitários ou não, chamam a atenção em grandes e pequenos espaços

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1. Procurando um toque de cor? Este item de alumínio esmaltado (20 x 21 cm) do Shopping dos Lustres dá conta do recado. Pede lâmpada fluorescente, pois tem fundo de acrílico suscetível ao calor. R$ 172.

2.Discreta, a luminária de alumínio Fidalga (15 x 17,5 cm), assinada por Ricardo Heder para a Tok Stok, vai do chão ao teto. Usa lâmpada bolinha de, no máximo, 40 W. R$ 199, 90.

3. Com aparência de cobre, o pendente de alumínio tingido Munclair (Lustres Yamamura, ref. 4488) é uma opção clássica. Aceita incandescente ou eletrônica. R$ 125.

4. A gaiola da Lustreco deixa a lâmpada à vista, portanto vale investir num tipo chamativo como o de filamento de carbono. De alumínio pintado, tem 20 x 24 cm. R$ 260.

5. O modelo de vidro tingido e metal da Pier Iluminação confere luz levemente esverdeada ao entorno. Com 10 cm de diâmetro, requer lâmpada bolinha. R$ 240,30.

6. De alumínio, a peça meia-bola bicolor da Futura Iluminação mede 20 x 45 cm. Se usada com lâmpada do tipo globo, proporciona efeito mais marcante. R$ 234.

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7. De alumínio com acabamento de epóxi imitando aço corten, a versão da LabLuz (8 x 30 cm) é boa pedida para quem busca um toque industrial. Estreita, pede lâmpada PAR 20 (halógena de 50 W ou led de 8 W). R$ 118.

8. Básico, o lustre de alumínio da Philips, à venda na Casa Roberto, vai bem em ambientes informais, como copas e cozinhas. Mede 25 x 40 cm e fica mais interessante com a lâmpada do modelo globo. R$ 200.

9. A luminária de aço Lux Bevelled (37,5 x 37,5 x 39 cm), da Etna, faz bonito se posicionada acima da mesa de jantar ou no hall de entrada. Possui soquete E27. R$ 270.

10. Com 14,5 x 17,5 x 17,5 cm, a Echo, da Ipsilon Design, compõe-se de quatro chapas de aço e funciona com soquete E27. R$ 229.

11. Para os amantes do vintage, esta peça assume o pedaço mais charmoso do ambiente com sua cúpula em forma de cogumelo. Pode ser usada com lâmpada branca ou de filamento, como na foto. De vidro e com 28 x 32 cm, à venda na Victoratto’s Lustres. R$ 270.

12. O Meriti, da Oppa, segue a moda de deixar a lâmpada à mostra. Tem soquete E27, é de aço esmaltado e mede 14 x 14 x 17 cm. R$ 140.

13. De aço e com globo de vidro leitoso (24 cm de diâmetro), o pendente Pokles (Startec), à venda na Telhanorte, garante mais conforto luminoso se usado com lâmpada ncandescente. R$ 159.

Matéria publicada na revista arquitetura & construção em fevereiro de 2015.

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A ARTE DE LADRILHAR

Esta fábrica de revestimento cimentício ainda produz como antigamente – uma peça de cada vez

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Quando aportou no brasil  vindo da pequena Lucca, na Itália, Federico Dalle Piagge trouxe na mala o que precisava para exercer aqui o ofício de ladrilheiro: muitos moldes de ferro com os mais elaborados desenhos. Tempos depois, em 1922, ele abriu sua primeira empresa e começou a produção com a exata técnica da terra natal. Foi nesse galpão que o bisneto Marcello Ruocco (abaixo, á dir.) teve contato com o revestimento “ Cresci acompanhando a confecção dos modelos. Por isso, mesmo após encerrado o negócio, procuravam por mim em busca dos ladrilhos hidráulicos”, explica. Numa conversa com o primo Divo Picazio júnior (abaixo, á esq.), a reabertura da fábrica foi firmada. O nome, Dalle Piagge, veio como homenagem ao bisavô. Veja mais em www.dallepiagge.com.br

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Matéria publicada na revista arquitetura & construção em fevereiro de 2015 por Tatiane Domiciano.

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UMA CONSTURA DELICADA

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“Era um sobrado velho, escuro e atravancado. Pior, totalmente destruído. A laje no corredor lateral barrava a entrada de claridade no térreo. Bem no meio da sala, a escada atrapalhava a circulação. Bem no meio da sala, a escada atrapalhava a circulação. Nem a garagem maltratada escapava desse senário desolador. Algo, porém, me agradou: só era geminado de um lado – o outro dava para uma esquina contornada com árvores floridas. Foi naquele local de casa sombria, a primeira que vi no planalto paulista, bairro onde meus pais moram, que o coração bateu forte. Essa sensação definiu o negócio. Devemos mirar além do que os nossos olhos veem para vislumbrar o potencial de certo lugar. Renovado, pode se tornar um refúgio prazeroso. Eu tinha passado cerca de dois procurando apartamento em Higienópolis, na região central de são Paulo, pois queria morar perto do Studio Arthur Casas onde trabalhava na época e descobri a importância dos detalhes. No entanto, os preços eram estratosféricos. Quando tirei essa ideia fixa da cabeça, minha casa apareceu, e, com ela, o compromisso de casamento. Meu namorado decidiu investir na reconstrução comigo. Pontuada com minúcias, a obra durou 14 meses e só terminou ás vésperas da trocas da alianças. Por sorte, família, amigos e empresas parcerias ajudaram na aquisição de alguns matérias Eduardo e eu bancamos o restante, que nos custou aproximadamente R$ 200 mil. Foi um dos primeiros projetos das minha carreira solo, dos mais intricados. Para chegar ao formato desejado, tive de rebaixar o piso, remanejar as escada, recriar portas e ampliar as aberturas – soluções que promoveram o diálogo entre os espaços internos  e externos. Agora, da cozinha vejo a sala e o quintal. Não somos um casal gourmet de carteirinha, mas adoramos receber bem. Com o novo layout, podemos desfrutar e oferecer muito mais conforto. No pavimento superior, ganhamos um gostoso terraço colado em nosso quarto, junto á copa das árvores. Enxerguei neste endereço a possibilidade de usar vários recursos de arquitetura a fim de dar forma uma morada que nos abraça e nos acolhe, de onde não queremos mais sair.”

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Matéria publicada na revista arquitetura & construção em fevereiro de 2015 por Lyna Barbosa.

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COBOGÒ Á ITALIANA

Made in Europe com alma carioca

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À frente da criativa empresa MG12, a designer mezzo brasileira, mezzo italiana monica Geronimi desenvolveu o sinuoso elemento vazado Leone (á dir), agora disponível no brasil. Feito de gesso cerâmico, mede 7,20 x 30 cm  gera emendas imperceptíveis. Na  punto, a unidade vale em torno de R$ 225. Abaixo, Monica conta por que se lançou nessa investigação.

Faz sentido criar um elemento vazado na Europa?

O recurso é pouco usado na Itália, mas sempre foi minha paixão. O primeiro que desenhei teve inspiração nas fachadas milanesas dos anos 20. Esta versão é mais atual.

Quais foram os desafios de executar a produção?

Inicialmente, a peça não saia do molde, então tive de mudar algumas curvaturas. Custou a encontrar o material ideal – queria um que resistisse ao ar livre, fosse sustentável e pudesse ser pintado.

Matéria publica na revista arquitetura & construção em fevereiro de 2015.

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A HORA DO QUARTZITO

Ele alia a resistência do granito á beleza da mármore e se aplica  em vários locais da casa. Saiba mais sobre essa pedra curinga abundante no brasil

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Para montar a paginação do piso ao lado, a arquiteta capixaba Marília Celin e seu  marmorista (nome dado ao profissional que trabalha no beneficiamento de pedras) passaram um bom tempo debruçados sobre a prancheta estudando  o desenho da chapa do quartzito vena verde. ”A medidas das peças que serão usadas como revestimentos é definido com base no tamanho do bloco extraído da pedreira. Para total aproveitamento da matéria prima, medimos tudo detalhadamente e numeramos os pedaços a serem cortados. A montagem acontece depois, como num quebra-cabeças”, explica a profissional.

De fato, o assentamento do quartzito não apenas exige mais como também merece esse esforço. Abundante no solo brasileiro, especialmente no norte de goiás, na Bahia, em Minas Gerais e no Espírito Santo, essa rocha nobre e versátil só agora se torna conhecida, Graças a um recente incremento tecnológico do segmento. “Havia grande dificuldade na industrialização do quartzito. Por causa de sua elevada dureza, a extração era sempre muito difícil, e o beneficiamento terminava caro demais”, revela o engenheiro mecânico Ronaldo Frizzera Matos, diretor de produção e pesquisa do grupo corcovado brasigan. A evolução do maquinário, que permite melhores técnicas de corte, aliado a um bom trabalho de conscientização dos marmoristas, mudou essa equação. Hoje, o quartzito desponta das variedades mais interessantes para a construção civil.

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“Ele agrega as melhores qualidades de outras rochas. Mostra-se mais resistente do que o granito ao mesmo tempo oferece a beleza do mármore”, observa o arquiteto Junior Torezani,  fã do material. Por enquanto, seu Preço médio ainda assusta: o padrão intermediário chega a custar, em média, o triplo de um bom granito e mais dobro da mármore. A boa notícia é que nem mesmo o mercado acredita que esse valor se manterá por muito tempo. Com a extração  mais simples, a tendência é de que os preços diminuam. Os cuidados práticos com instalação e manutenção já foram detalhados pela Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais (Abirochas), que disponibiliza na internet o Guia de Aplicação de rochas em revestimentos (www.abirochas.com.br/bula.php), ótima fonte de consulta para arquitetos e instaladores.

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Matéria publicada na revista arquitetura & construção em fevereiro de 2014

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A COZINHA FOI PARAR NA VARANDA

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O terraço de 11 m² era grande demais para não entrar na dança. ao questionar a lógica da planta original, este projeto em São Paulo extraiu o máximo do espaço restrito

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A localização pesou na escolha quando Kassia e Danilo estavam á procura de um novo apartamento. Gerente de operações de uma empresa, ela queria se livrar do carro do estresse que enfretava por uma hora e meia no trânsito até chegar ao escritório. O marido, com um emprego no interior paulista, onde passa a maior parte da semana, não viu objeções em acatar a vontade dela de morar perto  do trabalho. Na difícil  busca do imóvel perfeito, encontraram este conjugado de 38 m² . Ponto  a favor: o serviço de Kassia  està  a apenas três quadras de distância. Mas , sim,  era bem menor do que desejavam. Acostumados com espaço de sobra  no antigo Lar, temiam a adaptação “tive receio  até o momento em que não caberiam nossas coisas”, admite ela.

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Na disposição original, a cozinha se limitava a uma pia estreita, sem bancada, alocada na lateral da sala. Uma tristeza para quem, como Danilo, tem hábitos de chef. Veio, então, a pergunta decisiva da arquitetura Marcela Madureira – por que não levar o ambiente  para a varanda, onde já existia outra pia? O terraço era grande e ocupava parte significativa da área total. Não haveria tanta perda ali com a instalação de uma ilha equipada com cooktop, forno elétrico e máquina lava e seca. Esse núcleo, agora, concentrada as refeições ( há duas banquetas no balcão) e as tarefas da lavanderia ( ambiente que, formalmente, não existe na planta) a profissional também propôs ampliar  a configuração com pequenos truques – caso da divisória de cobogós entre a sala  e o quarto. Outra cartada fundamental é o armário  de 4, 74 m de comprimento, que percorre o apartamento de ponta e guarda desde louças e copos até materiais  de limpeza, sapatos e algumas  roupas. “hoje, nossa vida é mais prática em vários aspectos. Faço tudo a pé e deixei de lado o supérfluos. Descobrimos que não precisamos de muito para viver bem” , diz Kassia.

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Matéria publicada na revista arquitetura & construção em fevereiro de 2015

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NADA FORA DO LUGAR

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Com centímetros contados, este apê  em Curitiba de vale de um projeto arguto, capaz de usar a marcenaria  e os tons claros a favor de um espaço convidativo e charmoso, onde a organização e é o primeiro sinal conforto

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O predinho baixo de apenas três andares, a rua tranquila e o valor camarada do condomínio seduziram e educadora física Eloisa Mara Souza, cansada de pagar aluguel sim, aquele apartamento ainda em obras no bairro de água Verde, na capital paranaense, caberia em seu orçamento. Entretanto, o primeiro imóvel dela impunha um grande desafio: como viver confortavelmente com graça e funcionalidade – em exíguos 30 m² ?

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A tarefa encontrou o arquiteto Leandro Garcia, que concedeu um projeto sintonizado com as necessidades da intensa rotina da proprietária. “Fico fora o dia todo, pois dou aulas e só volto á noite. Assim, não queria nada que eu usasse efetivamente, e sim um lar prático e fácil de manter, com tudo á mão, bem organizado” comenta Eloisa. Na época da compra. Durante os seis meses que teve de esperar para se mudar, ela pôde alinhar com a construtora a personalização contemplada nos desenhos de Leandro e, nos três meses finais, dar início á obra em si. Como não havia lugar para sala e cozinha amplas, o arquiteto priorizou a primeira, já que a moradora não costuma comer em casa. “tirei o maior proveito possível de cada canto. Desse modo, estar e jantar ocupam exatamente o mesmo local. Isso foi viável graças a uma mesa multiuso e com altura regulável. Baixinha, ela funciona como apoio para o sofá. Mais alta, fica na medida certa para servir refeições”, relata ele. Em vez de intervenções” relata ele. Em vez de intervenções mais agressivas na planta, o engenhoso detalhamento.” O trabalho correu tranquilo, e adorei o resultado. Desde o início, confiei na capacidade de Leandro para conseguir encaixar tudo de que precisava”, aprova Eloisa.

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Matéria publicada na revista arquitetura & construção em fevereiro de 2015.

 

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