DONOS DO ESTAR

Móvel mais valioso e representa da sala, escolha do sofá exige critério para fazer valer o investimento

Sf 1Sofá e pufe da linha Beto, na FJ Pronto Pra Levar.

É fato: a escolha do sofá vai ditar o tom da sua sala de estar. E isso vai além de questões de estilo, é algo que vai influenciar diretamente sua relação com o espaço. Por isso, antes de escolher o seu, é bom pensar o que você espera dele. Sim, é uma escolha um pouco complexa, não é algo para ser decidido por impulso, ao menos que você esteja disposto a correr riscos.

Para o designer Fernando Jaeger, o sofá ideal para você espera você é aquele que, além de ter a cara que espera para a sua sala, acomoda perfeitamente o sei corpo, da forma como você deseja. “É preciso pensar como você vai usar aquele sofá. Você vai deitar com frequência nele, ou prefere deixar essa sala só para receber, ou seja, vai fica a maior parte do tempo sentando? São essas questões que vão te levar aos modelos que são, de fato, opções para você”, diz Jaeger.

Segundo Jaeger, a escolha do sofá merece tanta atenção que até a idade de quem vai usá-lo deve ser levado em conta. “Os jovens não tem nenhum problema em ter um sofá profundo, mas alguém mais velho vai sofrer para levantar, isso vira um problema dentro da casa”, explica. O tamanho da sala, é claro, também é fator determinante para bater o martelo no sofá que você gostou. “Além de ter certeza que o móvel cabe na sala, é preciso saber se ele é adequado ao espaço disponível. Se a sua sala é pequena, prefira um modelo suspenso, deixa o ambiente mais leve”, aconselha.

O designer Marcus Ferreira, fundador da Decameron e da Carbono garante que a receita para acertar no tamanho do sofá e fazer um teste simples ainda na loja. “Sente com as pernas cruzadas, naquela posição que chamamos de pose de índio. Se você couber sentado assim, esse sofá é ideal para a sua altura”, diz Ferreira. Outra dica designer vale para quem quer ter um sofá para deitar, mas costuma receber os amigos. “Tenha almofadas extras. É só coloca-las no encosto e você muda a profundidade do móvel e deixa a visita confortável.”

Depois de resolvidas essas questões práticas, pense na estética, afinal, esse é provavelmente o maior volume que você terá na sala. “A peça já é, por si só, importante na composição da sala, e escolher algo especial, de design assinado. Ou então algo de bastante personalidade. Sendo assim, procure peças que ajudem a compor o ambiente mas sem competir com o sofá. Quem não quer arriscar tanto deve ficar nos modelos mais básicos, numa cor neutra, para que o móvel não se transforme no centro das atenções”, diz a arquiteta Heloisa Samaia.

A seguir, uma seleção de sofás que passeiam nas mais variadas necessidades e estilos. Inspire-se e escolha o seu.

SOFÁS PARA SE IMPACTAR

Sf 2No estar de Alexandra Tobler, diretora de estilo do Westwing, o sofá rosa chama atenção.

 

 
Sf 3Sofá Otto desenhado pelo arquiteto Guilherme Torres para nos Furniture.

 

 

Sf 4Sofá Marshmalow da Herman Miller. Preços sob consulta.

 

 
Sf 5C118 (R$ 22.451), de Felipe Protti para a Carbono.

 

 

Sf 6Da Ovo sofá Campo (R$ 30.000), pode ser montado com outra estrutura de módulos.

 

 
Sf 7Da Westing modelo Ornello Cristal (R$ 4.299), de veludo.

 

 

Sf 8De Jorge Zalszupin, sofá Brasiliana (a partir de R$ 24,448), na Etel.

 

 

Sf 9De veludo assinado por Jasper Morrison para a Capellini, na Mi Casa. Preço sob consulta.

 

 

 

Sf 10De Jader Almeida, sofá Sartuday, na Mi Casa, (a partir de R$ 43.250), com encosto e braço com opção de couro.

 

 

 

 

Sf 11Sofá Cine (R$ 38.818), de Marcus Ferreira para a Decameron.

Sob medida

Não gostou de nenhum dos modelos que encontrou no mercado? Uma opção para ter seu sofá ideal é sair em busca de um bom tapeceiro e mandar fazer uma peça sob medida. Para isso, é recomendável ter em mãos algumas referências e, principalmente, medidas exatas da sua sala. “É viável manda fazer um sofá, mas antes de fechar negócio gosto de pedir para ver alguma peças que o profissional já fez, já que esse é um investimento grande”, diz a arquiteta Heloisa Samaia.

Se você achou uma peça vintage que vai fazer bonito na sua sala, mas não está em tão boas condições reformá-la também é uma boa opção. “Nesse caso, apenas certifique-se que a estrutura do sofá não está tão comprometida que será preciso refazê-la, isso costuma encarecer muito o projeto e, no fim das contas, não vale a pena”, aconselha o arquiteto Antonio Ferreira Júnior.

SOFÁ PARA SE JOGAR

Sf 12Na Decameron, ambiente com sofá Boxer, de Marcus Ferreira. Preço sob consulta.

 

 

 

Sf 13Assinado por Diesel e Moroso, sofá Nebula, na Mi Casa. Preço sob consulta.

 

 

Sf 14Modelo em “L” Neo (R$ 8.799), da Saccaro.

 

 

Sf 15Modelo Cool Chaise, (R$ 9.335), da Espaço Til.

 

 

Sf 16Assinado pelo designer Marcelo Rosebaum em parceria com o Fetiche, sofá Tambaqui (R$ 4.299), na Oppa.

 

 

Sf 17Módulos da Linha Sofo, (R$ 2.850), da Tok & Stok.

 

 

Sf 18Sofá e pufe Beto (R$ 1.960 e R$ 299), de Fernando Jaeger.

 

 

 

Sf 19Sofá-cama New York, (R$ 8.061), da Futon Company com encosto reclinável.

 

 

 

Sf 20Mex Cube, da Poltrona Frau. Preço sob consulta na Montenapoleone.

 

 

Sf 21De couro, sofá Hampton, (R$ 11.490), da Cecília Dale.

Acerte em cheio

CIRCULAÇÃO – Tenha pelo menos 50 cm de espaço livre ao redor do móvel para circulação. Sofás em “L” são para espaços grandes.

TECIDOS – Quando se quer deitar, escolha os naturais, como o linho ou algodão. Veludos são perfeitos para causar impacto. A maioria das marcas oferece opções para cada modelo.

ESPUMA – Quer um sofá para deitar? Procure por um modelo de espuma mais mole. Os de espuma dura são ideais para receber.

COMO COMBINAR – Quando a ideia é ter dois sofás no mesmo ambiente, não é preciso ter duas peças iguais. Segundo o arquiteto Marcelo Salum, é preciso apenas que eles tenham algo em comum, como o tecido.

O QUE VEM DEPOIS – Se o sofá funciona como divisor de ambientes, é interessante ter um aparador no encosto. Mesa lateral, de centro e luminária são sempre bem-vindas.

Sf 22Modelos Decô, com braço de madeira, (R$ 1.504) e Bento (R$ 3.465), na FJ Pronto Pra Levar.

 

 
Sf 23Sofá Mimo, (R$ 1.489), da Westing.

 

 

Sf 24Assinado por Patricia Anastassiadis, sofá Jean, (R$ 19.181), na Artefacto.

 

 

Sf 25De Fernando Jaeger, sofá Origami (R$ 2.939).

 

 

Sf 26Sofá Chanceler Capitône, de couro, (R$ 9.999), da Westing.

 

 

Sf 27Sofá 50s, (R$ 8.799), da Saccaro.

 

 

Sf 28De Fernando Jaeger, modelos Sumie Mei, com almofadas soltas, (R$ 2.446), na FJ Pronto Pra Levar.

Matéria publicada pela jornalista: Natália Mazzoni do, O Estado de São Paulo em 24 de abril de 2016

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TODA A BELEZA DO ARCO-ÍRIS PARA ENCANTAR

Inspire-se nesse colorido quarto de bebê feito pela arquiteta Simone Tasca!

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Toda a beleza do arco-íris para encantar e educar.

Ao receber da organização da mostra Quartos Etc. 2016 – em cartaz ao longo do ano todo em São Paulo – o convite para projetar o dormitório do bebê moderno, a arquiteta Simone Tasca decidiu unir o caráter estimulante das cores à questão da diversidade, simbolizada pelo arco-íris.

“É um convite para as pessoas refletirem sobre inclusão e respeito”, diz. Em termos visuais, a profusão de tonalidades é balanceada pela presença de elementos neutros, como papel de parede cinza, móveis brancos e com padrão amadeirado.

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Matéria publicada por Minha Casa digital em 27 de abril de 2016

 

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VOCAÇÃO PARA O DESIGN

Com importantes prêmios – como o iF Design e o Idea Brasil, Ronald Scliar Sasson apresenta, neste mês, coleções para três marcas gaúchas. Em 15 anos de carreira, ele soma 300 móveis lançados

Autodidata, o curitibano teve o primeiro contato com esse universo numa temporada na capital francesa. “Eram os anos 1980, e meus amigos me levavam a exposições em galerias badaladas”, relembra. No retorno ao Brasil, dedicou-se às artes plásticas, mas, dez anos depois, encontrou seu caminho ao criar mobiliário. Foi uma estante feita de vergalhão de ferro – desenhada para a própria casa – que deu início ao catálogo de peças autorais. A lista aumenta agora com as linhas desenvolvidas para a Voler – na qual atua como diretor criativo –, a Tecline e a Sergio Bertti, concebidas no estúdio em Gramado. Ronald ainda participa do Projeto Viés, elo de itens assinado, com o carioca Zanini de Zanine e o piauiense Flávio Franco. “Gosto das infinitas possibilidades de criação com o metal – principalmente cobre e latão -, mas, como bom brasileiro, também aprecio a nobreza da madeira”, afirma ele.

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Matéria publicada por Casa Claudia em fevereiro de 2016

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ESTÚDIO ESPANHOL BEL & BEL LANÇAM CADEIRAS INSPIRADAS EM VESPAS

As scooters mais famosas dos anos 80 ganharam uma versão em cadeira e podem ser uma adição divertida ao seu home office

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O estúdio de design Bel & Bel, liderado pelos espanhóis Carles Bel e Jesus Bel, lançou uma cadeira giratória inspirada nas famosas vespas italianas. Para os mais novos: não estranhem, essa Vespa não é o inseto – e, sim, a marca de uma motocicleta clássica, também conhecida como scooter.

Os designs do estúdio são criados com reciclagem em mente, sempre reaproveitando materiais – com a Scooter Chair não é diferente. Ela é montada reutilizando o chassi da icônica motoneta italiana como parte principal de sua estrutura.

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Para deixar os amantes da Vespa cheios de nostalgia, a cadeira também tem o banco em imitação de couro, super confortável, e as luzes traseiras acendem de verdade! A marca promete conforto com rodas silenciosas e altura ajustável por um sistema de pistões hidráulicos.

Cada cadeira é feita à mão pela Bel & Bel e pode ser customizada em várias cores e padrões, de acordo com a encomenda do comprador. A ideia é que essa reinvenção da clássica Vespa seja uma cadeira em série limitada e numerada, tornando cada uma delas completamente única. Você pode adquirir a sua entrando em contado com a marca aqui.

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Matéria publicada pela jornalista: Débora Fernandes da, Casa Claudia em 02 de abril de 2016

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SWAROVSKI LANÇA LINHA DE HOMEWARE EM MILÃO

Primeira coleção da marca voltada para a casa traz peças criadas por grandes designers

Em sua primeira coleção de objetos para a casa, a marca de cristais Swarovski traz vasos, apoios para livros, castiçais e até um jogo de xadrez assinados por grandes designers.

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A série lançada durante a Semana de Design de Milão inclui um centro de mesa de metal e cristal criado pela arquiteta Zaha Hadid, falecida no final de março. Composta de uma reunião de colunas curvas, a peça faz referência ao processo de cristalização na natureza.

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Os conjuntos de xadrez criados por Daniel Libeskind contêm peças feitas de concreto, mármore, prata e cristal, que fazem referência aos prédios assinados pelo arquiteto. Os tabuleiros são decorados com mapas de Milão e Nova York.

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A fonte das letras e números que dão forma aos apoios para livros de Ron Arad foi desenhada para a coleção.

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O estúdio Raw Edges, que colabora pela primeira vez com a Swarovski, criou um conjunto de bowls com listras coloridas no interior do cristal.

Swa 5O designer Aldo Bakker usou o contraste entre o cristal e o mármore para produzir vasos.

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Os castiçais Plinth e Donuts, assinados por Kim Thomé, têm bases de aço inoxidável que sustentam discos de cristal.

Swa 7As bandejas e bowls de facetas coloridas foram criadas pelo espanhol Tomás Alonso.

Swa 8Por fim, o designer Tord Boontje desenhou lanternas e bowls com pequenos cristais espalhados pela superfície das peças.

Matéria publicada pela jornalista: Gabriela Domingues Fachin da, Casa Claudia em 14 de abril de 2016

 

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PREÇO E LOCALIZAÇÃO DEFINEM O NEGÓCIO DO IMÓVEL

Conforme a idade, o objetivo difere na hora de comprar ou alugar um imóvel

Preço e localização são indicadores fundamentais quando o assunto é buscar um imóvel para comprar ou alugar, independentemente da idade do interessado. No entanto, quando o assunto é a metragem do apartamento e espaços de lazer os interesses mudam de acordo a idade e a fase da vida.

Para o diretor de incorporação da Even, Marcelo Dzik, o comprador jovem e solteiro, quer empreendimentos com serviços e áreas de lazer como lavanderia e academia, por exemplo, mas não está preocupado com ambientes familiares e para crianças. “Já o perfil de quem vai casar e está pensando em ter filhos, opta por imóveis com brinquedoteca e salão de festas, por exemplo.”

Segundo ele, os projetos procuram combinar as duas utilizações. “As pessoas podem começar com uma unidade mais compacta, interessadas em ambientes como salão de festas, espaço gourmet. Em outra fase, já casado e filho, elas começam a migrar para modelos com mais áreas destinadas à família.”

Espaços. Com empreendimentos voltados para pessoas com idade até 35 anos, a incorporadora You, Inc. tem projetos para o jovem e o jovem casal. “Esse público busca imóveis que atendam as suas necessidades na área privativa e na área social. Ele quer área social. Ele quer área de lazer completa, com alguns diferenciais que agradem e que possam ser utilizadas em diferentes momentos da vida”, diz o diretor comercial, Felipe Coelho.

Segundo ele, as unidades mais compactas, com tíquete mais baixo, estão na mira dos jovens casais que trabalham e somam a renda para a compra: “É o carro-chefe”. A maioria está comprando o primeiro imóvel, saindo da casa dos pais para casar ou para sair do aluguel.

No entanto, Coelho destaca que localização e condição de pagamento são fundamentais para eles que buscam facilidades de pagamento. “Eles pesquisam e optam pelo imóvel que esteja dentro do seu perfil de compra”.

Objetivos. O economista Diego Richene, de 27 anos, está procurando um apartamento para comprar e diz que “não faz questão de um empreendimento que tenha área de lazer”. Para ele, preço, localização e metragem são os itens mais importantes para definir a compra.

Richene, que mora de aluguel na região central da cidade, conta que está com dificuldades de encontrar um imóvel com essas definições. “Já faz quase oito meses que procuro, queremos (ele e a mulher, Gabrielly) um apartamento em regiões com facilidade de acesso ao transportar público, para não usar o carro para ir trabalhar.”

Os bairros que estão no radar do casal são Bela Vista, Jardim Paulista, Paraíso e Vila Mariana, pelo acesso facilitado ao metrô, e o Itaim Bibi. “Nós trabalhamos na região central da cidade e também estamos acostumados com os bares, restaurantes supermercados e comércios e serviços do local”, diz.

O economista diz que a negociação está mais facilitada, mas como ele depende de financiamento, que está mais difícil de obter, a análise fica mais criteriosa. Conta que já abriu o leque das buscas, mas no preço não dá para mexer muito. “A prioridade são apartamentos novos, mas com a escassez de novos na região, estamos visitando também os usados e avaliando aqueles que estão em bom estado.”

Estudo. Segundo pesquisa realizada pela Viva Real, localização é o item mais importante para o público com idade até 24 anos, na hora da compra ou aluguel de um imóvel, com 27% da preferência. “Ele busca um imóvel perto do local de trabalho, dos eixos de transporte, da família, de comércio e serviços”, diz o vice-presidente executivo da VivaReal, Lucas Vargas.

Contudo, Vargas lembra que a localização é um indicador também relevante para outras faixas etárias. O levantamento mostra que para 43% dos pesquisados acima de 65 anos a localização é primordial.

A proximidade a centros comerciais e serviços aparece como primeira opção na hora de escolher a região. O item é essencial para 41% das pessoas com até 24 anos e para 36% daquelas acima dos 65 anos.

Preço é um indicador importante para 54% dos jovens de até 24 anos e para 29% dos acima dos 65 anos. “O que percebemos é o que item preço no momento da compra ou do aluguel teve um impacto maior, por causa das mudanças nas regras de financiamento”, diz Vargas.

Natália Cerri, de 23 anos, que trabalha com mídias sociais e está procurando apartamento para alugar, o preço e a localização são fundamentais. “Eu quero um imóvel mais perto do Centro, para poder ir a pé para o trabalho no valor de até R$ 1.200”.

A procura já dura seis meses. Segundo ela, as exigências de preço, local e tamanho – ela não quer imóvel estilo estúdio ou quitinete -, dificultam o negócio. “No começo do ano, os imóveis estavam mais caros, muita gente procurando, em março a procura diminuiu e os preços estão caindo. Vou aproveitar e começar a considerar endereços mais próximos do metrô para facilitar a negociação”, diz.

Bianca Souto, de 25 anos, também procura imóvel para alugar. “Estou sendo um pouco exigente e nada realista. O apartamento não precisa ser grande, mas precisa ser barato, próximo do meu local de trabalho – na Rua Bela Cintra – e ser bonito”, diz a jovem, que quer pagar no máximo R$ 1.000 por mês.

Em relação a estrutura do prédio ela não tem exigências. “Se eu começar a querer um prédio mais novo ou mais velho, com determinados itens vai ficar mais difícil ainda. Mais do que um estilo de prédio eu analiso mais a região, a vizinhança, a segurança e a estrutura de comércio e serviços no local”, diz.

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54% – Dos entrevistados na faixa etária até 24 anos definem a região para a compra ou aluguel do imóvel como fator decisivo no momento de fechar o negócio

41% – Dos jovens com idade até 24 anos definem a região para a compra ou aluguel do imóvel de acordo com a proximidade com vias de transporte e centros de comércios e serviços. Esse porcentual sobe para 43% quando a faixa etária pesquisada é acima de 65 anos.

28% – Elegem o bairro para a aquisição ou locação do bairro. Para pessoas com idade acima de 65 anos, esse porcentual é de 25%.

7% – Dos pesquisados com idade até 24 anos avaliam a quantidade de quartos no imóvel antes de decidir pela compra ou locação.

76% Das pessoas com idade entre 18 e 24 anos procuram apartamentos compactos, com metragem entre 40 metros quadrados e 60 m², segundo estudo da Even.

73% Dos pesquisados pela construtora Even escolhem apartamentos com dois dormitórios.

Matéria publicada pela jornalista: Edilaine Felix do, O Estado de São Paulo em 03 de abril de 2016

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MORADIA COM ACESSO FÁCIL É NECESSIDADE DE TODOS OS PÚBLICOS

Para construtora, localização estratégica é primordial para fechar o negócio, não importa a idade do comprador

Um levantamento feito no estande de venda da construtora e incorporadora Even com 3.208 visitas, sendo 277 pessoas com idade entre 18 e 24 anos, mostrou que o item facilidade de acesso – vias de acesso, transporte público é a motivação para 12% dos jovens na hora de comprar um imóvel.

“Não é exclusividade dos jovens, percebemos uma necessidade por regiões de acesso. É muito importante que tenha uma localização estratégica, se não for perto do trabalho que seja perto do metrô, de um corredor”, diz diretor de incorporação, Marcelo Dzik.

O item casamento é o primeiro na lista de motivações dos jovens, com 39%, e sair do aluguel (18%), morar perto do trabalho é o interesse de 5% dos entrevistados. Segundo Dzik, a pesquisa permite entender o que o cliente procura. “Estamos atentos às pesquisas e tentamos adaptar o produto às necessidades do cliente”, informa.

Querer morar em apartamentos menor, foi a resposta de 12% dos pesquisados. De acordo com Dzik, normalmente esse público procura apartamentos compactos, em uma mistura de desejo, potencial de compra e etapa da vida. O imóvel para moradia é a escolha para 96%, enquanto apenas 2% querem para investimento.

“76% deles, procuram unidades de metro quadrados a 60 m². Na tipologia tem a grande concentração de dois dormitórios. Alguns, se encaixam em um dormitório, outros já pensando em filhos, família, se encaixam em três dormitório, mas 73% dessa base procurando dois dormitórios

Empregos. O CEO Vitacon Alexandre Frankel Lafer, concorda que a região com mobilidade de transporte e com facilidades para o dia a dia, são essenciais na hora de comprar um imóvel “O jovem quer um imóvel que fique próxima do trabalho, da faculdade, de cursos e do lazer com serviços e restaurantes. Também buscam regiões onde concentram empresas e empregos, como Vila Olímpia, o Itaim e o Jardins, por exemplo. Uma pesquisa entre nossos clientes mostra que 35% são jovens que optaram por residir na Vila Olímpia.”

Lafer lembra que as áreas comuns devem ser uma extensão do apartamento. Segundo ele, um dos motivos pelos quais a empresa investe em economia compartilhada, como wi-fi, lavanderia, depósito com refrigeramento para receber compras online, moto, carro e bicicleta.

Para Lafer, em geral eles buscam unidades menores, estúdios em torno de 25 a 35 metros quadrados. “O jovem não quer ficar dentro do apartamento, ele quer viver a cidade, e star onde tudo acontece primeiro.”

Na opinião do CEO da Danpris Construtora, Dante Seferian, até pelas condições financeiras, o jovem procura um imóvel menor, mais compacto, mas que tenha uma planta que atenda as suas necessidades e próximo a eixos de transporte e estrutura de comercio e serviços.

“Tenho um empreendimento de 48 metros quadrados e dois dormitórios que é o mais solicitado pelo público jovem. Tem desde o comprador que é jovem e vai morar sozinho e até o casado que compra um imóvel menor, que coube no bolso para depois fazer o upgrade.”

A área de lazer, academia, piscina, espaços infantis, segundo ele é mais importante para os casados ou quem está interessado em construir família.

aaaaComum. Áreas de lazer são utilizadas de acordo com o momento de vida do morador

Matéria publicada pelo, O Estado de São Paulo em 03 de abril de 2016

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O ACERVO CASEIRO DE BARDI EXPOSTO

Equipe organizou todo o conjunto de obras de arte deixado na famosa Casa de Vidro

Nos últimos 12 meses, uma equipe de quatro pessoas organizou, fotografou, classificou e catalogou todo o acervo de obras de arte que o jornalista, historiador, colecionador e marchand Pietro Maria Bardi (1900-1999) deixou em sua residência, a famosa Casa de Vidro, projetada por sua mulher, a arquitetura Lina Bo Bardi (1914-1992), e sede do Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, no Morumbi.

O catálogo completo do acervo foi entregue à Secretaria Estadual da Cultura na quinta-feira retrasada. A prestação de contas se fazia necessária, uma vez que o trabalho foi viabilizado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC) do governo paulista. “Conseguimos R$ 110 mil”, afirma uma das diretoras do instituto, Anna Carboncini, que coordenou o trabalho. “É pouco para uma tarefa como esta. Mas, como dizia Bardi, já que não tínhamos cão, caçamos com gato.”

Do montante, R$ 6 mil foram destinados ao restauro de três dos mais preciosos itens do acervo de, agora se sabe, 1,9 mil peças. São três álbuns: um com obras do italiano Giorgio de Chirico (1888-1978), outro do suíço Max Bill (1908-1994) e em último com obras de dez autores, entre o russo Wassily Kandinsky (1866-1944).

Organizar o arquivo de Bardi rendeu algumas boas surpresas para os profissionais que desempenham a tarefa. “Não tínhamos a menor ideia do encontraríamos. Imaginávamos que haveria material consistente, mas não sabíamos de fato”, admite Anna, com o conhecimento de quem trabalhou com o colecionador durante cerca de dez anos, quando este comandava o Museu de Arte de São Paulo (Masp).

“Eu fiquei particularmente comovida quando me deparei com uma fotografia feita pelo Bayard.” O francês Hippolyte Bayard (1801-1887) foi um pioneiro da fotografia. A imagem da coleção de Bardi traz uma cena de destruição na Paris de 1871, logo após a insurreição popular que resultou na Comuna de Paris – o primeiro governo operário da história.

Predominantemente composto por gravuras, o acervo ainda traz peças do alemão naturalizado francês Hans Arp (1886-1966), da russo-francesa Sonia Delaunay (1885-1979), do alemão Max Ernst (1891-1976) e do suíço naturalizado francês Le Cobursier (1887-1965). Dos brasileiros, há obras de Flávio Império (1935-1985) e Wesley Duke Lee (1931-2010), entre outros nomes.

Verba. Agora, a expectativa do instituto é conseguir verba para esmiuçar outra parte importante do acervo de Bardi: a documental. “Ele se correspondia com muita gente importante, artistas de seu tempo, por exemplo”, diz Anna. “Agora que já descobrimos um tesouro do Bardi, é a hora de tentarmos revelar o outro tesouro.”

Anteriormente, em várias etapas, a coleção da arquitetura Lina Bo Bardi já foi totalmente catalogada. São 7,5 mil desenhos e documentos – só de croquis e estudos do Masp, obra dela, há mais de 700 itens.

AcervoCadeira girafa. Objeto projetado por Lina Bo Bardi, marcelo Ferraz e Marcelo Suzuki está na Casa de Vidro, residência da artista.

 

 

Acervo 2Xilogravura. A gravura do russo Wassily Kandinsky (1866-1944), integra o acervo, que tem outras peças do tipo de artistas estrangeiros e brasileiros. A xilografia foi feita sobre papel nas medidas de 27,5 centímetros por 22 centímetros.

 

 

Acervo 3Litografia. A imagem do greco-italiano Giorgio De Chirico (1888-1978) batizada de L’Apocalisse produzida em 1941 será uma das peças que passará por restauro com verba pública.

Matéria publicada pelo jornalista: Edison Veiga do, O Estado de São Paulo em 03 de abril de 2016

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7 CORTINAS E PERSIANAS QUE VÃO FICAR UM CHARME NA SUA CASA

Soluções para driblar o excesso de sol e trazer privacidade de um jeito prático e bonito

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Além de ser um acessório indispensável, elas ajudam a controlar a entrada de luz, evitam que tecidos e revestimentos desbotem com o sol e mudam o clima da casa. Veja aqui sete situações em que janelas e portas encontraram seu acabamento perfeito.

1. Arremate de peso

Cortina 2

Dona de um efeito nobre, a cortina de veludo de algodão da britânica Harlequin (Celina Dias) se destaca diante dos quase 3 m de altura da janela. Instalada entre pilares e acoplada ao cortineiro, ela endossa o visual chique da sala combinada à persiana branca de madeira (HunterDouglas Luxafex). “A primeira, com prega americana, se encarrega do aconchego, enquanto a segunda bloqueia os raios solares. Juntas, formam um conjunto belo e eficaz”, conta a arquiteta Zize Zink.

2. Claridade bem dosada

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Para cobrir a extensa porta que divide varanda e sala, a cortina de tela de linho com franzido wave (tecido da JRJ, execução da Unifex) foi a escolha de Regina Strumpf e Rogério Gurgel. De caimento leve, o tecido garante privacidade e confere luz suave ao living, pois filtra a claridade sem bloqueá-la por completo. “A peça, instalada num trilho escondido pela sanca de gesso, ainda cumpre a função de quebrar a frieza do chão de mármore”, explica Regina.

3. Totalmente enquadrada

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Avesso a usar cortinas compridas em janelas pequenas, o arquiteto Décio Navarro criou esta moldura de madeira na qual se encaixa perfeitamente o modelo romano de linho off-white (Donatelli), feito pela Interiores Confecções. “A marcenaria dá um acabamento bonito ao tecido e, aliada a ele, evita a entrada de poeira e ajuda a abafar o barulho da movimentada avenida vizinha”, diz o profissional.

4. Discreta e elegante

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Suave como o restante do espaço, a cortina do tipo rolô quase passa despercebida ao lado da banheira.“Este modelo é sempre uma boa ideia por ser simples e eficiente. Não tive dúvida ao escolhê-lo”, afirma a arquiteta Sandra Pini, autora do projeto. De poliéster translúcido (1 x 1,30 m, da BellFlex), ele resolve a questão da privacidade sem bloquear a luminosidade. “Permite curtir um bom descanso na banheira.”

5. Anteparo necessário

Cortina 6

Esconder a vista para o mar parece um pecado. Porém, a luz abundante que bate pela manhã nesta varanda em Vitória pedia algo que a atenuasse. “Como a área fica anexa ao living, escolhi um tipo de fechamento que harmonizasse com o restante da sala”, diz a arquiteta Vivian Coser. A eleita foi a persiana Silhouette (HunterDouglas Luxaflex), que combina tela e tecido em sua composição e ainda contribui para deixar o ambiente com uma temperatura agradável.

6. Madeira em evidência

Cortina 7

Neste home office, a persiana de lâminas laqueadas (XL Venetian Glossy Wood, da holandesa Coulisse, à venda na Uniflex Plaza Sul) entra em cena para ampliar o conforto. “Automatizada e com ripas grossas, ela deixa entrar a intensidade ideal de luz, evitando reflexos indesejados na tela do computador”, explica o arquiteto responsável, Roberto Migotto. A peça também reforça o estilo masculino do espaço, reservado ao dono da casa.

7. Atmosfera clássica

Cortina 8A sala de jantar já exibia elementos fortes – o lustre de cristal e as cadeiras Luís XV. Por isso, o arquiteto José Roberto Freire optou por finalizar o ambiente com um modelo leve, porém de tecido resistente. Em parceria com a Emme Design de Cortinas, escolheu o misto de algodão, linho e poliéster (Panamericana) com prega americana. “Trata-se de um detalhe, mas a barra na mesma altura do rodapé, ambos com 44 cm, traz um toque de classe”, diz.

Matéria publicada pela jornalista: Helena Tarozzo da, Casa Claudia em 07 de abril de 2016

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ALTERAÇÕES NAS PLANTAS ‘REVOLUÇÃO NO MORAR’

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Empreendimento Caminhos da Lapa da Brookfield Incorporações

Apartamentos com amplas salas, quartos e cozinha, todos fechados com suas portas e poucos (muitas vezes apenas um) banheiro tão comum em décadas passadas deram espaço às unidades com metragens menores e cozinhas, varandas e salas integradas e quartos com suítes.

As alterações nas plantas também são notadas nas áreas comuns dos empreendimentos. Piscinas simples, quadras, playgrounds e salão de festas foram substituídos por espaços gourmets superequipados, piscinas aquecidas, salas para ginástica, danças e relaxamento, sala de estudos e espaços de serviços à disposição dos moradores, como lavanderias e áreas pets, por exemplo.

De acordo com o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU-SP), Gilberto Belleza, como as unidades residenciais estão ficando menores, os empreendimentos oferecem cada vez mais serviços nas áreas comuns.

“Com a redução das áreas privativas é preciso entregar espaços coletivos para serem utilizadas pelos moradores. Por isso, percebemos uma tendência de grandes áreas nos térreos dos condomínios”, diz.

Belleza considera essa mudança nas plantas mais uma “revolução no morar”. Para ele, os projetos arquitetônicos se transformam em espaços mais flexíveis, permitindo melhor visualização dos ambientes e facilitando o uso dessas áreas.

“As mudanças ocorrem porque as pessoas buscam novas maneiras de vivenciar os espaços, criando tendências.” Belleza lembra, ainda, que “a aceitação ou não dessas propostas (pelo público) é que determinará o uso de cada uma delas”.

Necessidade. Segundo o diretor de incorporação da Brookfield, José de Albuquerque, o público família continua “vivo” nos projetos. Em consequência, a incorporadora investe em áreas de lazer que vão além do básico. “Hoje, as plantas devem ser mais específicas. Por exemplo, a academia deve ter uma sala fechada para o uso individual com um personal trainer.”

Albuquerque diz ainda que a empresa tem a marca 4Family, cujo o objetivo é oferecer empreendimento com espaços que sejam mais bem utilizados pelas famílias. Para o melhor aproveitando dos espaços, a incorporadora contrata uma consultoria de serviços em lazer para deixar as áreas apropriadas para a instalação de um ambiente personalizado, como por exemplo uma sala de estudos.

“A proposta é fazer uso racionalizado dos ambientes e deixar áreas disponíveis para que condomínio possa aproveitá-las no futuro.”, diz.

Diretor geral da incorporadora Benx, Luciano Amaral conta que a incorporadora aposta na exclusividade. “Nossos projetos dão aos clientes flexibilidade para alterar a unidade de acordo com o seu gosto, personalizando-a. E esse traço que até uns 20 anos atrás era comum para compradores de alto padrão, hoje já é possível com diferentes públicos, que aceitam de maneira positiva.”

Nas áreas comuns dos condomínios, a Benx opta por espaços de lazer que ofereçam conforto ao morador. “Guardando as devidas proporções, cada empreendimento terá áreas comuns de acordo com seu público. Deve ter suas especificidades pelo custo e pela maneira de viver de cada um deles”, diz.

Book 2Fachada do empreendimento Artsy da Benx Construtora

Internas. Para o diretor da Brookfield, os moradores querem unidades com espaços multiuso e ambientes que possam ser conectados. “Cozinha, sala e terraço gourmet com integração e também acesso para escritório das áreas sociais do apartamento. As pessoas gostam e cada vez mais cozinham em casa e esse já é um momento social, por isso o ambiente deve ser aberto para as outras áreas.”

Amaral conta que a Benx entrega projetos funcionais. “Até em unidades de 40 metros quadrado, 45 m², o proprietário poderá utilizar os espaços de forma mais adequada”, diz o diretor da Benx, que esclarece que todas os apartamentos têm cozinha integrada.

Para o diretor da Marques Construtora Vitor Marques, hoje a cozinha aberta é valorizada por todos os públicos. “É um ambiente da casa que há investimento em decoração. Não há mais portas, pois o local é valorizado e deve ser apreciado.”

Segundo ele, com o metro quadrado mais valorizado é preciso fazer um aproveitamento total das áreas para evitar o desperdício de espaço nos corredores e áreas de circulação.
“Os apartamentos estão mais otimizados para atender as necessidades do dia a dia do morador e as áreas comuns não podem ser ociosas e devem ser compartilhadas de acordo com a necessidade, sem desperdício de espaço.”

Marques destaca que cada metro quadrado dentro do apartamento não aproveitado pede um complemento na área comum incluindo serviço. “Em unidades menores, por exemplo, se o morador não quiser instalar a lavanderia na varanda, tem uma área maior e utiliza a lavanderia coletiva já entregue pela construtora.”

‘Mudança de comportamento e de vida se refletem no morar’

Para a arquiteta Camila Valentini, o desenho que continua presente em muitos projetos é a varanda gourmet e sua integração com o living”. Outra mudança apontada por ela são os quartos cada vez menores para priorizar as áreas comuns e o conceito de suíte e lavabo, que era inexistente em projetos antigos.

“Era um banheiro grande para toda a família e havia quarto de empregada. Na nova concepção de morar não há mais esse modelo de planta e quem compra um imóvel antigo o modifica. É inevitável a reforma de um dormitório para fazer dele uma suíte, por exemplo”, diz.

Book 3Apartamento decorado pela arquiteta Camila Valentini

Nas áreas comuns, a arquiteta lembra que há cada vez mais opções de lazer para que os moradores fiquem dentro do próprio condomínio. Segundo ela, problemas de mobilidade e segurança fazem com que as pessoas fiquem mais em seus empreendimentos. “Mudança de comportamento e de vida se refletem diretamente no local onde morar.”

Praticidade. Na opinião do diretor executivo técnico da Tecnisa, Fabio Villas Bôas, essas mudanças são uma tendência para o mercado e conferem um aspecto de praticidade aos empreendimentos, que estão mais compactos e aumentam as áreas de uso comum.

“Há muita peculiaridade. Em alguns empreendimentos há sala de reuniões com equipamentos de escritórios e cozinhas gourmets. O importante é não ter áreas ociosa e setorizar o condomínio para que cada espaço atenda uma faixa etária.”

Para o diretor executivo da Tecnisa, o progresso verificado nos projetos de áreas comuns dos empreendimentos é que eles não são mais genéricos: “se o local na área comum tem um ambiente mais atrativo o uso será maior”, diz.

De acordo com Villas Bôas, os projetos (de novos espaços, serviços prestados) das áreas comuns dos empreendimentos devem ser elaborados com opções de lazer para todos os moradores (crianças, jovens, idosos).

Matéria publicada pela jornalista: Edilaine Felix do, O Estado de São Paulo em 17 de abril de 2016

 

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