RIO ISNPIRA MÓVEIS PARA ÁREA EXTERNA

Profissionais elegem peças charmosas e duradouras

Rio de Janeiro é sinônimo de praia, sol e calor. A alma carioca pede encontros à beira da piscina, na varanda e no jardim. Para curtir ainda mais esses momentos, arquitetos, decoradores e paisagistas indicam móveis e acessórios surpreendentes e descontraídos para áreas externas. Confira abaixo!

Gente expert (Foto: divulgação)
Gente expert (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio)

Ivan Rezende, arquiteto
“Nós, cariocas, somos do sol, da rua, dos espaços abertos.O convívio é fundamental para nossa vida cotidiana, mas esses encontros não são predeterminados – são frutos do acaso e da surpresa. Algumas peças integram com perfeição esse cenário, onde a surpresa e o inusitado são bem-vindos. É o caso da luminária Solar, que, além de iluminar e servir de mesa, tem um incrível aspecto lúdico.”
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Gente expert (Foto: divulgação)
Gente expert (Foto: Kitty Paranaguá)

Joy Garrido, arquiteta
“O ventilador é uma peça típica de países tropicais e marca presença em muitas casas do Rio. Mas, além de sua função primordial – trazer uma brisa gostosa para os ambientes e até para a varanda, nos dias mais quentes –, o ventilador de teto pode servir como um item de décor. É o caso desse modelo com pás de palha: tem uma sofisticação despretensiosa que combina com férias e dolce far niente.”
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Gente expert (Foto: divulgação)
Gente expert (Foto: divulgação)

Paloma Yamagata, arquiteta, e Bruno Rangel, designer de interiores (Yamagata Arquitetura)
“Áreas externas têm a ver com liberdade e diversão, então uma boa pedida é o balanço Arupemba, que, sendo uma peça lúdica, é também um assento que foge ao lugar-comum das tradicionais poltronas e chaises.O desenho tem algo de floral e remete a um cocar, o que dá um toque de brasilidade à decoração. Esse item traz, ainda, elementos do nosso artesanato, como o revestimento de corda enrolado sobre a estrutura.”
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Gente expert (Foto: divulgação)
Gente expert (Foto: Kitty Paranaguá)

Carolina Escada e Patrícia Landau, arquitetas
“A poltrona Tropicalia tem um estilo informal e divertido que casa como carioca: nós adoramos um programa ao ar livre! Os fios de plástico coloridos e trançados se assemelham aos das cadeiras feitas por artesãos brasileiros. Com base de aço inox, é ideal para áreas externas, inclusive em dia de chuva. É muito leve e versátil, e pode ser levada da varanda para a piscina ou para o jardim.”
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Gente expert (Foto: divulgação)
Gente expert (Foto: Denis Machado)

Erick Figueira de Mello, arquiteto
“Móveis para exteriores devem dialogar com a natureza, marcando sua presença sem interferir no ambiente. A chaise de Karim Rashid reflete essa preocupação, pois é uma peça essencialmente leve e fluida, capaz de se inserir no entorno de forma harmônica. Ela remete ao mobiliário feito de fibras naturais, tradicionalmente usado em varandas e jardins, mas incorpora tecnologia, com sua estrutura de malha de ferro tratada com nanocerâmica.”
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Gente expert (Foto: divulgação)
Gente expert (Foto: divulgação)

Bia Seiler, arquiteta
“O chuveirão é uma deliciosa opção para se refrescar depois da sauna ou de um banho de sol. Este modelo, em especial, é bastante prático, já que dispensa a existência de um apoio lateral (parede ou muro, por exemplo). Assim, pode ser instalado próximo à piscina, no campo ou numa varanda. Basta ligá-lo a um cano de água embutido no chão – a alimentação é feita com água fria. Como tem acabamento de aço inox, resiste bem às intempéries.”
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Gente expert (Foto: divulgação)
Gente expert (Foto: Andre Marques)

Claudio Pedalino e Suzi Barreto, paisagistas (Landscape Jardins)
“O carioca é informal, gosta de estar com os amigos no jardim, na rua, por isso é muito importante ter um mobiliário prático, sem frescuras. Em sintonia com esse espírito, o banco Atibaia é uma escolha acertada: suas linhas surpreendentemente suaves trazem um frescor pouco visto em móveis para exterior. Seu design, inspirado na própria natureza, é poético, e tem a cara do Rio de Janeiro. Já o acabamento da madeira revela mais uma vez o minucioso trabalho de Paulo Alves.”

Matéria publicada no site Casa Vogue em 31 de Outubro de 2014 por Lucila Vigneron Villaça

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COMPARTILHAR O CONHECIMENTO AUMENTA A PRODUTIVIDADE

O conhecimento é chave para a resolução de problemas e situações adversas. Quanto mais se conhece um processo ou atividade, maiores são as chances de alcançar um bom resultado.

Se antes o conhecimento era valorizado como importante ferramenta de crescimento individual, agora ele é fundamental para o desenvolvimento das empresas, que podem se beneficiar da inteligência adquirida por seus funcionários para levantar ideias e possíveis soluções para questões do dia a dia.

Essa é uma mudança profunda, que exige alterações na cultura das empresas, mas é algo que vale a pena ser implementado. Investir no compartilhamento de conhecimento é caminho certo para aumento da produtividade, melhora na relação de colaboradores com a empresa e, consequentemente, obtenção de resultados positivos.

Nas empresas, existem dois tipos de conhecimento que, quando compartilhados, podem auxiliar o crescimento da produtividade: sobre a companhia, objetivos de negócio e operações e o conhecimento adquirido por cada um dos funcionários, no dia a dia do trabalho ou em situações fora do ambiente corporativo.

Conhecer o negócio é importante para criar, nas pessoas, o sentimento de pertencimento – ou seja, o entendimento de que eles são parte importante da cadeia de produtividade. Esse sentimento coloca o colaborador não somente como um funcionário, mas como parte essencial para o andamento de atividades mais amplas, que podem não estar diretamente ligadas à sua função do dia a dia.

Além disso, compartilhar o conhecimento permite que diferentes pessoas participem do processo de solução de um problema. Assim, um profissional com um distanciamento de determinado processo pode trazer ideias novas, mais impactantes e que podem ajudar a encontrar uma solução ou mudança que traga melhores resultados.

Já o conhecimento individual é importante por oferecer impressões pessoais do que funciona ou não dentro da empresa. Compartilhar essa visão é dividir experiências, permitir que outras pessoas aprendam com erros cometidos e trabalhem com exemplos de sucesso.

Esse é, talvez, o conhecimento mais difícil de ser compartilhado, pois algumas pessoas ainda acreditam que seu diferencial profissional seja o conhecimento que acumula quando, na verdade, é a maneira como o coloca em prática.

Por isso, uma boa gestão do conhecimento é cada vez mais fundamental. Essa cultura precisa estar entre as preocupações de empresas que querem engajar colaboradores e fazer com que eles se sintam parte da companhia, ajudando a encontrar maneiras de otimizar os processos de trabalho e melhorar os resultados.

Para ilustrar a importância do fluxo de conhecimento livre, trago algumas ações do Facebook. A primeira é o estímulo constante para que as pessoas que trabalham na empresa opinem e compartilhem ideias para melhorar o dia a dia no trabalho e nossos resultados de negócios. Estamos abertos a ouvir novas ideias e discutir a implantação daquelas que estejam de acordo com nossos objetivos.

Também mantemos uma cultura de Q&A semanais, sessões para discutir trabalhos que estão sendo realizados ao redor do mundo e compartilhar novidades e planos da empresa. Além disso, em todos os nossos escritórios os colaboradores trabalham lado a lado, sem salas ou divisórias, o que facilita o compartilhamento de ideias, sucessos e também pequenos acidentes de percurso.

Essa estratégia de trabalho é apresentada nas paredes de nossos escritórios, com a frase “Nothing is somebody else’s problem”, ou nada é problema de outra pessoa. Ela lembra as pessoas sobre a importância de trabalhar em conjunto para atingir os melhores resultados para todos.

Se sua empresa ainda não investe em gestão de conhecimento ou estimula seus colaboradores a compartilhar experiências e aprendizados, está na hora de pensar em como incluir essas ações no dia a dia do trabalho.

Certamente, será uma experiência positiva para seus colaboradores e que pode ser muito lucrativa para seu negócio.

Alexandre Hohagen é vice-presidente do Facebook para a América Latina

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Matéria publicada no jornal Valor Econômico em 30 de Outubro de 2014

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INTEGRAÇÃO ENTRE SETORES E ÁREAS DE CONVIVÊNCIA DOMINAM PROJETOS

Escritórios se ajustam a práticas mais flexíveis de trabalho

A flexibilidade das relações profissionais se estende ao ambiente de trabalho.

“O que difere o escritório de hoje daquele do século passado é que as pessoas realizam várias atividades, com níveis de interação diversos, e o ambiente deve oferecer essa mobilidade”, diz Claudia Andrade, arquiteta do escritório Andrade Azevedo.

A expansão do home office e do coworking (escritórios compartilhados), associado ao alto preço do metro quadrado dos espaços, são os principais estímulos a esse modelo mais maleável.

O segmento já passou por fases opostas, ora com ambientes bem compartimentados, ora com amplos espaços divididos por baias.

Hoje, o “menu” de tipologias deve ser mais variado.

“Áreas de integração, interatividade entre departamentos e curta permanência fazem parte da estrutura principal da organização de novos escritórios”, diz Marcelo Breda, diretor da Informov, empresa de construção corporativa.

Com o estímulo ao trabalho em grupo, espaços coletivos, formais ou para relaxar, são mais valorizados. “Se antes 20% de um escritório era de ambientes colaborativos, hoje chega a 40%”, diz o arquiteto Fernando Vidal, do escritório Rocco Vidal P+W.

Para compensar o menor número de áreas individuais, surgem as “phone booth” (cabine telefônica, na tradução livre do inglês), salas pequenas para até duas pessoas.

A tentativa é economizar e otimizar o espaço, deixando o escritório, ao mesmo tempo, amigável.

Ambientes abertos e transparentes, com salas de vidro, por exemplo, têm ganho de eficiência visual e incidência de luz natural. Por outro lado, apresentam desafios, como a acústica.

“Nem sempre é possível fazer um projeto assim. Toda essa dinâmica é muito nova, mas, no geral, estamos percebendo que novas possibilidades arquitetônicas ajudam a aumentar a produtividade da empresa”, afirma o arquiteto Lula Gouveia, do SuperLimão Studio.

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2Colaborou ANAÏS FERNANDES

Matéria publicada no jornal Folha de São Paulo em 26 de Outubro de 2014

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SALA E COZINHA INTEGRADAS PRECISAM TER O MESMO E ESTILO?

A leitora Daila Fanny, via e-mail, quer saber: sala e cozinha integradas precisam ter o mesmo estilo? Como decorar cada uma?

É importante que os dois ambientes ganhem linguagem coesa, além de serem práticos. Para não errar, veja as sugestões de três profissionais:

Fernanda Petelinkar

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 “Trate os espaços como um só. Optar pelo piso contínuo é uma forma de criar essa sensação. Aqui, foi possível empregar madeira, pois a cozinha não tem uso intenso. Se quiser algo mais fácil de manter, use porcelanato ou cerâmica” Marcel Steiner, designer de interiores

 

 

Luis Gomes

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“Como a cozinha ficará visível da área social, encomende armários que fujam do convencional e mais pareçam estantes. Evite acabamentos brancos e puxadores aparentes. No projeto acima, adotei portas de vidro preto brilhante”André Piva, arquiteto

 

 

 

Andre Nazareth

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“Uma boa coifa garante que o cheiro dos alimentos não se espalhe pela sala. Mas prefira uma peça discreta, especialmente se o fogão ficar numa ilha – caso em que o elemento suspenso, solto da parede, ganha destaque” Diego Revollo, arquiteto

 

 

 

Matéria publicada site Casa Claudia em 09 de Outubro de 2014

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FOOD DESIGN, LITERALMENTE!

Leiam este post somente depois do almoço!!! Hoje trago um post divertido, ou melhor, apetitoso, como preferir! Estamos verificando uma grande “onda” de mobiliário que conjuga a paixão pela gastronomia, como nunca aconteceu. Dormir sobre um hamburguer, sentar-se em um muffim ou apoiar-se em um maki nunca foi tão fácil. Será que esta moda vai pegar no Brasil?

Ps.: Nosso título é apenas um trocadilho, o Food Design é algo bem sério e você pode saber mais sobre isto aqui ou aqui

Matéria publicada no blog Fah Maioli em 29 de Outubro de 2014
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A POLTRONA COSTADO

Dos designers catarinenses Lorena Kreuger e José Serafim Junior, remonta às origens da sua fabricante, a Movelaria Bóa. Criada a partir de um estaleiro, a empresa aplicou compensado usado na indústria naval no assento. Os pés e as laterais são de madeira maciça de louro vermelho.

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Matéria publicada no jornal Folha de São Paulo em 26 de Outubro de 2014

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DECORAÇÃO INDUSTRIAL ESTÁ COM TUDO!

Tendência otimiza espaços pequenos com estilo

Os novos apartamentos, cada vez menores, pedem por alternativas funcionais e elegantes na hora de serem decorados. A inspiração, ao contrário do que se imagina, pode vir de um passado não muito distante ocorrido na capital do mundo: Nova York.

Foi entre os anos 1950 e 1970 que o estilo industrial chegou à decoração graças à transformação de galpões e estúdios em lares. Esses espaços amplos, repletos de tijolos e tubulações aparentes, madeira, metal e muito concreto, servem de referência para a criação da casa contemporânea, que dispensa paredes em prol de ambientes integrados.

Na edição 2014 da Casa Cor Rio, o conceito foi recebido de braços abertos para dar origem a espaços supercontemporâneos e cosmopolitas que não abrem mão do conforto e da brasilidade. Veja abaixo alguns ambientes e inspire-se!

Casa Cor Rio 2014
Data: de 29 de outubro a 7 de dezembro de 2014
Local: CasaShopping
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 2150 blocos O/P. Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ
Horário: de terça a sábado, das 12h às 22h; domingo, das 12h às 20h
Ingresso: terça a sexta-feira: R$ 40; sábado e domingo: R$ 50; passaporte para todos os dias: R$ 80

Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Estúdio A - Roberta Moura, Paula Faria e Luciana Mambrini
Com pouco espaço, os móveis ganham funções duplas. A mesa de jantar serve também para trabalhar enquanto a cama vira um assento. Para dar charme a esse mix, peças bem escolhidas mobíliam o ambiente com tacos espinha de peixe e teto aparente de sotaque industrial, de onde dependuram-se múltiplas luminárias. Peças vintage e variadas se unem a outras atuais, como a estante de metal e espelho feita pro Jader Almeida especialmente para a Casa Cor Rio.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Cozinha Gourmet - Alexandre Lobo e Fábio Cardoso
Materiais rústicos como os revestimentos de tijolinhos brancos e de madeira dão o tom do ambiente integrado, apto para cozinhar e também para servir. Com pé-direito alto, estantes metálicas dividem o ambiente com móveis planejados como a ilha de silestone e criam, aqui e ali, espaços para jardins verticais. Prevalece o clima de acolhimento e conforto.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Loft no Rio - Ana Lila Denton e Juarez Farias
Com quarto, sala, cozinha e banheiro integrados, o loft de tijolos aparentes e piso de madeira de demolição foi pensado para dar conforto e estilo a um executivo que não mora no Rio, mas passa temporadas na cidade a trabalho e também a lazer. Uma estante em aço corten, pendente do teto, funciona como suporte para TV e divisória entre as partes íntima e social.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Have a Coffee - Camila Bortolini e Priscilla Campos
A cozinha construída para o serviço de assinatura de cafés especiais Have a Coffee une o tradicional e o contemporâneo para criar uma decoração aconchegante e conectada com as novidades. O destaque fica por conta do contraste entre os móveis planejados nas cores azul colonial e branco e o louceiro antigo de fazenda.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Loft Férias em Lisboa - Andrea Chicharo
Inspirado na capital portuguesa, o loft mescla o mood cosmopolita à tradição dos imóveis antigos. Em meio ao cinza predominante, tons de pistache pincelam cor no espaço. A cama é separada do restante do ambiente por uma divisória de vidro, um belo contraste de materiais com as malas artesanais que fazem as vezes de mesa lateral.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Estar com Cinema - Bruno Carvalho e Camila Avelar
Os 68 m² abrigam uma área de estar com um sofá de 4 metros e muitos móveis de designers brasileiros, como Zanini de Zanine, Sérgio Rodrigues e Marcus Ferreira. As cores neutras e os revestimentos de madeira predominam, combinando harmoniosamente com as paredes de textura emvelhecida do artista plástico Stephane Javelle.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Sala de Jogos Flash Back - Andrea Duarte e Anna Malta
Com televisão, mesas de jogos, copa para lanches, adega e um espaço de descanso, o cômodo abusa do cinza, da madeira e de móveis espertos, como o sofá de lona de caminhão que serve para dois ambientes. Nas paredes, gravuras de Enrico Bianco e Alfredo Volpi e quadros de Herbert Sobral injetam cor enquanto o atualíssimo projeto de iluminação feito de LED cria interessantes jogos de luz e sombra.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Estúdio do Jovem Executivo - Alexandre Magno
Seguindo a tendência de open space, os espaços íntimo e social foram integrados. Destaque para a parede curva com aplicação de listras e para os móveis assinados que, em conjunto, criam uma paleta de cinzas e azuis pontuados por muita madeira.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Denílson Machado / MCA Estúdio)

Loft Joá - Patrícia Fiúza
O ambiente que poderia estar em qualquer grande cidade do mundo é integrado e mixa, nos 84 m², marcenaria sob medida e utilização de pedra cimentícia nas paredes. As cores são claras, com diferentes texturas e pontuadas aqui e ali por laranjas e azuis presentes em acessórios, como almofadas e mantas.
_______________________________________________________________Casa Cor Rio 2014 (Foto: Denílson Machado / MCA Estúdio)

Hall de Saída - Carmen Mouro
Em um mix de projetos de decoração, paisagismo e arquitetura, foram priorizadas as áreas de circulação como num pequeno boulevard. O jardim foi transferido para as áreas livres das paredes, que ganharam painéis de plantas vivas. “Criamos um ambiente natural ao mesmo tempo sofisticado e bucólico”, descreve Carmen Mouro.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Espaço Fitness - Leila Dionizios
Com 54 m², o ambiente que homenageia o tenista Gustavo Kuerten transforma um local típico de academia residencial em um ambiente casual e com toques sofisticados. A paleta de cores é masculina: bege, preto e cinza.  O piso de mármore possui diferentes níveis que ajudam a setorizar os diferentes espaços. Paredes e jacuzzi foram revestidas com mármore travertino  bruto e pedra hitam, de lava vulcânica. Bromélias presas em cabos de aço, paisagismo de Carmem Mouro, dão um colorido a mais ao espaço.
_______________________________________________________________Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Loft do Casal Cosmopolita - Izabela Lessa
A inspiração veio da Planta Livre de Le Corbusier, da década de 1920, revisitada nos anos 1970 pelos arquitetos de Nova Iorque, que revitalizaram antigos galpões industriais, transformando-os em lofts descolados para artistas famosos da época. Foi com essa pegada industrial novaiorquina que a arquiteta criou o seu loft, conjugando tons e texturas clássicos e atemporais com móveis de design e pinceladas de brasilidade. As cores predominantes são o mel, na madeira que reveste todas as paredes e o teto, e o marrom escuro do piso que remete ao aço corten.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Estúdio do Designer - Emmilia Cardoso
Uma homenagem ao designer Zanini de Zanine, o estúdio com estilo industrial tem uma área gourmet e um lugar para receber os amigos e ouvir música. As cores predominantes são cinza, prata, preto, branco e tons terrosos. Na parede, revestimento francês artesanal produzido com aplicação de tinta sobre ráfia natural. Ferros de tubulação de água prendem as estantes. Peças de Zanine Caldas e Zanini de Zanine decoram o ambiente. Em destaque, a premiada cadeira Moeda (de Zanini), produzida com chapas descartadas da Casa da Moeda.
_______________________________________________________________Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Studio Off - Gabriela Eloy e Carolina Freitas
Um ambiente de 45 m², com quarto, sala de jantar, home theater, muitas obras de arte e móveis com “nome e sobrenome”. São poltronas de Domingos Tótora, cadeiras de Joaquim Tenreiro, balanço de Alander Especie, mesa de canto de Alê Jordão, bancos de Rodrigo Calixto, mesa de jantar e revisteiro de Jader Almeida e muito mais. O piso de porcelanato cinza e as paredes pretas dão espaço a ousadas divisórias de metal que separam, sem separar, o espaço destinado ao quarto.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Loft do Artwork Hunter - Mário Santos
Com pé-direito alto, metal, tijolos aparentes e muita madeira, o loft mescla o aspecto industrial a uma paleta acolhedora de cores. Tons naturais, como o trigo e o verde-folha, foram valorizados. O projeto luminotécnico, do arquiteto em parceria com Fernanda Vasconcelos, ganhou duas grandes luminárias inspiradas nas mesquitas da Turquia, feitas especialmente para o espaço. Destaque para os lustres-anéis, que caem do teto e iluminam o ambiente de forma suave. “Toda a iluminação é indireta, com lâmpadas incandescentes dimerizáveis e LEDs de baixo consumo de energia elétrica”, explica Mário Santos.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Wine Bar - Paula Costa
Com inspiração nos bares europeus, os 68 m² têm pequenos lounges integrados que dão um ar bem acolhedor ao ambiente. Predominantemente negro, o ambiente ganha pinceladas de bege, de marrom e de dourado.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Sala de Banho - Márcia Muller e Manu Muller
O cômodo traz de volta o bom e velho “banho com conforto”. São três ambientes em que predominam o azul, o terracota dos revestimentos em tijolinhos e o cinza em alguns tecidos. A iluminação é ideal para relaxar: arandelas, luminárias balizadoras, spots embutidos e luminária pendente.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

O Loft - Paola Ribeiro
São 100 m² com pé-direito altíssimo e lajes aparentes divididos em salas de estar e jantar, cozinha e suíte. Existem apenas duas divisórias: painéis pivotantes separam o hall do resto da casa e uma estante em madeira repleta de livros, criada pela arquiteta, divide o living do quarto de casal. “Minha ideia foi mostrar uma forma cosmopolita de morar, um ambiente integrado, bonito, confortável e funcional”, diz Paola Ribeiro.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Loft 212 - Paloma Yamagata
Com laje e tubulações aparentes, o loft de 80 m² tem até uma garagem que abriga um Smart car e um container, onde fica o quarto e o banheiro. “Trouxe o conceito high-low da moda para a decoração, misturando produtos e materiais mais sofisticados com outros mais simples e pouco comuns na decoração”, explica a arquiteta. Tons de madeira clara, cinza concreto e verde militar colorem o ambiente.
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Casa Cor Rio 2014 (Foto: Andre Nazareth / Divulgação)

Estúdio PN para Lina Bo Bardi - Paula Neder
O projeto tirou partido da linda vista por trás de um grande pano de vidro e do pé-direito alto com laje nervurada aparente. “Quando entrei no espaço vazio o que logo me veio à mente foi a Casa de Vidro da Lina Bo Bardi, que é uma referência modernista muito importante e que adoro”, descreve a arquiteta. As paredes ganharam tons cimentícios, pontuadas pelos tons fortes dos móveis, dos tecidos, dos tapetes e dos objetos de decoração, dispostos de forma livre e despojada.

Matéria publicada no site Casa Vogue em 28 de Outubro de 2014

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DECK ECOLÓGICO FEITO DE MADEIRA E PLÁSTICO TEM MANUTENÇÃO SIMPLES

Revestimento compósito reutiliza 95% de madeira e plástico em sua constituição

Graças a um tratamento especial aplicado ainda na etapa de fabricação, as réguas do Deck Trex Transcend conseguem eliminar o excesso de umidade, o que aumenta a aderência do produto e faz dele uma boa alternativa para áreas externas e locais de alto tráfego. A manutenção descomplicada é o trunfo do material, feito de madeira e plástico – água e sabão neutro conservam a aparência original. A novidade aporta no Brasil trazida pela IndusParquet.

Há quatro opções de cor. Aqui, vê-se o Tiki Torch.

Há quatro opções de cor. Aqui, vê-se o Tiki Torch.

Matéria publicada no site Arquitetura & Construção em 21 de Outubro de 2014

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TRANSPARÊNCIA NA SALA

Ahhh, a criatividade dos jovens. A estudante de design israelense Tehila Guy criou, para seu trabalho de conclusão de curso na Bezalel Academy of Art and Design a “Anda”. Trata-se de uma poltrona inflável com pés de madeira. “Eu quis desenhar um móvel fora das normas, em um campo que pode parecer saturado”, explicou.

Poltrona Inflável 1

Como parte do processo de criação, a estudante precisou trocar a matéria-prima convencional e as tecnologias comumente empregadas para cumprir seu principal objetivo: facilitar o packaging e o transporte da peça, porém mantendo-a confortável e em tamanho comercial. Foi quando ela começou a pesquisar estruturas infláveis, consideradas relíquias baratas dos anos 60, com poucas possibilidades de trabalho.

Poltrona Inflável 2

A base de madeira dá sustentação à poltrona e torna-a a fácil de transportar e manter, e melhor: a um preço justo. “O principal desafio foi descobrir as relações corretas entre a parte inflável e a base de madeira”, disse Guy. “A transparência do material inflável revela a madeira e torna viável a execução da peça”, completa.

Poltrona Inflável 3

Assista ao vídeo que mostra a montagem (incrivelmente simples) da poltrona “Anda”:

Matéria publicada no site Living Design em 27 de Outubro de 2014

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6 OPÇÕES MODERNAS DE ILUMINAÇÃO QUE VÃOALÉM DO LED

Soluções engenhosas boladas por arquitetos, designers e decoradores mostram que a luz é, sim, um recurso de infinitas possibilidades.

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Embutidos com halógenas par 38 de 100 w (iluminar) são os responsáveis pelo efeito monumental na fachada idealizada pelo escritório Ana Paula e Sanderson. O biombo de laminado melamínico (Perstorp)vaza a luz interna e funciona como grande lanterna.

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Faróis de carros antigos viraram uma escultura neste projeto. A arte usa eletrodutos de aço galvanizado com 3/4 de polegada (nicom) e lâmpadas incandescentes de 12 W e leva a assinatura de Andrea Lucchesi, Merê Esteves e Carolina Razuk.

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Híbrido de pérgula e luminária, o modelo Palo Alto, da Vibia, mede 2,50 x 3,26 m e tem quatro perfis de led com 18,7 W cada um. O design limpo e sofisticado é obra do espanhol Josep Lluis Xuclà.

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Aqui, valeu a criatividade: quatro balizadores de alumínio (onlight) delimitam a área destinada ao jantar. Graças ao facho marcado, a peça cria um delicado desenho na superfície. Ambiente de Cristina Barbara.

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André Carício inovou no uso da lona tensionada (Barrisol) – concebeu dois painéis de 1,80 x 2,30 m cada um, iluminados por fluorescentes T5, que garantem luz difusa à sala de jantar.

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O trio de luminárias com o bulbo à vista (Jader Almeida) dá o toque despojado ao bar desenhado por Juliana Pippi. A lâmpada Nostalgic Filament, de 40 W, faz homenagem às incandescentes.

Matéria publicada no site Arquitetura & Construção em 22 de Outubro de 2014 por Mayra Navarro (visual) e Tatiane Domiciano (texto)

 

 

 

 

 

 

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