O EFEITO FURTA-COR NA MODA , DESIGN E ARQUITETURA

A explicação vem da física, mas o resultado é emocional: o mundo fica mais radiante!

VIBRAÇÃO CONSTANTE. Assinada pelo escritório Cor & Asociados, a Casa de la Música y Auditorio, em Algueña, na Espanha, ganhou revestimento cerâmico perolado, que muda de cor, intensidade e saturação conforme o ponto de vista do observador.

VIBRAÇÃO CONSTANTE. Assinada pelo escritório Cor & Asociados, a Casa de la Música y Auditorio, em Algueña, na Espanha, ganhou revestimento cerâmico perolado, que muda de cor, intensidade e saturação conforme o ponto de vista do observador.

FATIAS DE LUZ. Do estúdio francês Pitaya Design, a Random8 é composta de plástico Plexiglas (Evonik Industries) preso à estrutura de aço.

FATIAS DE LUZ. Do estúdio francês Pitaya Design, a Random8 é composta de plástico Plexiglas (Evonik Industries) preso à estrutura de aço.

 

VIDRO RELUZENTE. Em telas de 30 x 30 cm, o Glimmer Mosaic 120 Passion Fruit (Eliane) vai bem em qualquer superfície interna e paredes de áreas externas. Sob encomenda, custa R$ 1125,60 o m², na D. Revestimentos.

VIDRO RELUZENTE. Em telas de 30 x 30 cm, o Glimmer Mosaic 120 Passion Fruit (Eliane) vai bem em qualquer superfície interna e paredes de áreas externas. Sob encomenda, custa R$ 1125,60 o m², na D. Revestimentos.

SUCESSO NAS QUADRAS. O tênis de cano alto para basquete acabou de ganhar versão resplandecente: o Nike Women’s Blazer Mid Premium combina o corpo totalmente brilhante com sola branca e cadarços metálicos. Por cerca de R$ 990, no Ebay.

SUCESSO NAS QUADRAS. O tênis de cano alto para basquete acabou de ganhar versão resplandecente: o Nike Women’s Blazer Mid Premium combina o corpo totalmente brilhante com sola branca e cadarços metálicos. Por cerca de R$ 990, no Ebay.

VISÃO ESVERDEADA. Que tal cruzar o verão a bordo de um aviator Lentes espelhadas? Os óculos de sol da ray-ban somam aro dourado a vidros em azul, verde (foto), marrom ou vermelho e valem R$ 500 no site da grife.

VISÃO ESVERDEADA. Que tal cruzar o verão a bordo de um aviator Lentes espelhadas? Os óculos de sol da ray-ban somam aro dourado a vidros em azul, verde (foto), marrom ou vermelho e valem R$ 500 no site da grife.

 

REAÇÃO EM SÉRIE. Neste apartamento romeno, do estúdio Re-Act Now, as divisórias de vidro revestido da película 3m Decorative Radiant Film refletem as nuances umas das outras, que se modificam de acordo com a incidência da luz.

REAÇÃO EM SÉRIE. Neste apartamento romeno, do estúdio Re-Act Now, as divisórias de vidro revestido da película 3m Decorative Radiant Film refletem as nuances umas das outras, que se modificam de acordo com a incidência da luz.

VIÉS PSICODÉLICO. Traz acabamento multicolorido a mesa de vidro Shimmer, concebida pela designer Patricia Urquiola para a marca Glas Italia. À venda na Montenapoleone.

VIÉS PSICODÉLICO. Traz acabamento multicolorido a mesa de vidro Shimmer, concebida pela designer Patricia Urquiola para a marca Glas Italia. À venda na Montenapoleone.

 

FILTRO SOLAR. as telhas de vidro da Prismatic São resistentes aos raios ultravioleta. cada portuguesa (21 x 40 cm) sai por r$ 33, na Shop Telhas.

FILTRO SOLAR. as telhas de vidro da Prismatic São resistentes aos raios ultravioleta. cada portuguesa (21 x 40 cm) sai por r$ 33, na Shop Telhas.

TERRA DO NUNCA. O estilista britânico Richard Nicoll (que já criou para a Disney) mostrou uma delicada coleção primavera/verão 2015 – na qual o pó mágico da fada Sininho surge em forma de plaquinhas costuradas nas roupas.

TERRA DO NUNCA. O estilista britânico Richard Nicoll (que já criou para a Disney) mostrou uma delicada coleção primavera/verão 2015 – na qual o pó mágico da fada Sininho surge em forma de plaquinhas costuradas nas roupas.

Como se fosse um arco-íris de efeito metalizado, o visual iridescente deriva do fenômeno promovido pela difração da luz branca no conjunto de cores incorporadas numa superfície cintilante. Esta tem a nuance alterada conforme a claridade se projeta sobre ela. É o popular furta-cor, tendência nos anos 90, quando emprestou clima futurista às composições. Hoje, está de volta para imprimir esplendor e energia à moda, ao design e à arquitetura, a exemplo do projeto romeno à beira do Mar Negro, do estúdio Re-Act Now, no qual divisórias atuam como prismas ao decompor a luminosidade em diferentes matizes. A ideia se repete em nossa seleção de móveis, acabamentos e itens fashion. Afinal, a ordem é brilhar.

Matéria publicada na revista Arquitetura & Construção em novembro de 2014 por Juliana Sidsamer.

 

 

 

 

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CONHEÇA O TRABALHO DO ESCRITÓRIO AUSTRALIANO BKK ARCHITECTS

O trio australiano BKK Architects desenha casas surpreendentes e tem paixão por projetar espaços urbanos vivos e de qualidade

Tim Black, Simon Knott e Julian Kosloff.

Tim Black, Simon Knott e Julian Kosloff.

Para os arquitetos Tim Black, Simon Knott e Julian Kosloff, Tóquio é uma referência fascinante, sobretudo pela energia palpável das ruas. “No futuro, o ambiente público será vital”, afirma Simon, que, nesta entrevista, conta sobre o trabalho eclético do escritório BKK Architects, fundado em 2000 em Melbourne, na Austrália.

A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que 70% da população mundial viverá em cidades em 2050. Como a arquitetura pode ajudar no futuro quadro?

Essa tem sido a busca de nossa prática. Já nos envolvemos em algumas revitalizações urbanas e residenciais de grande escala – uma paixão. Não há solução específica para o tema. Cada caso requer a aproximação acurada de múltiplas organizações, com algumas questões a considerar. Primeiramente, deve-se pensar na habitação e em como podemos acomodar as massas em cidades sem deixar de oferecer bem-estar. Em segundo lugar, uma infraestrutura bem desenhada e sustentável é essencial. Por fim, existe a importância do olhar colaborativo. Também acreditamos que o espaço público se tornará cada vez mais relevante e, por isso, precisa ganhar maior consideração. À medida que os núcleos se adensam, e moradias e apartamentos encolhem, ele será crucial, o local onde tudo acontece.

A revitalização da Rua de Lonsdale recebeu vários prêmios. Que premissas orientam esse tipo de trabalho?

O projeto levou oito anos e fez parte de uma das maiores reestruturações urbanas já concebidas na Austrália. Fomos encarregados pelo governo de refazer essa área abandonada. Dandenong, a 30 km de Melbourne, era uma típica cidade industrial em declínio, com problemas como desemprego e baixa renda. A encomenda foi um plano de desenvolvimento de AUS$ 300 milhões. Preocupados com a gentrificação, construímos uma estratégia com base nas características do lugar, algo que celebrasse suas qualidades. Como poderíamos traçar um novo curso para a comunidade sem alienar quem já estava ali? então, convertemos a rua principal num bulevar, coração de toda a intervenção, plantamos mais de 300 árvores e criamos paisagens e pontos de recreação. A obra, ainda, envolveu a reforma do transporte coletivo e incluiu arte, iluminação interativa e medidas de segurança.

Como lidam com as tradições de seu país?

A paisagem – urbana ou não – representa parte fundamental da identidade e da cultura australianas. Tanto na arquitetura vernacular quanto na contemporânea, ela é sempre levada em conta. Nós também a exploramos. O artesanato configura outra forte herança aqui, e procuramos experimentar como ele pode ser traduzido numa linguagem atual.

Finalizada em 2011, a renovação do subúrbio de Dandenong desviou o foco dos carros para o pedestre

Finalizada em 2011, a renovação do subúrbio de Dandenong desviou o foco dos carros para o pedestre

Matéria publicada na revista Arquitetura & Construção em setembro de 2014.

 

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APARTAMENTO NO RIO DE JANEIRO TEM DECORAÇÃO COM ASTRAL COSMOPOLITA

Os donos deste apartamento de 106 m², no Rio de Janeiro, passaram vários anos morando fora do Brasil. Essa veia cosmopolita fica evidente na decoração, cheia de livros e lembranças.

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Por causa do trabalho, o jornalista Gilberto Scofield e o empresário Rodrigo Barbosa moraram em Pequim, mudaram-se para Washington, passaram uma temporada em São Paulo e retornaram ao Rio – terra natal de ambos – com malas lotadas de objetos e memórias. Logo que se readaptaram à rotina carioca, resolveram sair em busca de um apartamento para comprar. As exigências eram muitas. “Sou dono de uma corretora de imóveis, visito casas o tempo todo e sei bem que a gente só experimenta a sensação de lar quando vive num espaço confortável e inspirador”, diz Rodrigo. Entre os requisitos básicos estavam clima antiguinho, pé-direito alto e piso de madeira. Se o lugar precisasse de reforma, melhor ainda, já que derrubar paredes e integrar sala a cozinha faziam parte do plano. “Gilberto e eu estamos na fila para adotar uma criança, por isso dispor de dois bons quartoBarbara Filgueirass também era fundamental.” Encontraram o endereço ideal num prédio de mais de 60 anos e confiaram o projeto à arquiteta Barbara Filgueiras, amiga de longa data. “Ela entende nosso estilo. Há pouca marcenaria fixa: grande parte dos móveis é solta, fácil de ser deslocada em caso de mudança. Queríamos montar uma base simples para preencher com livros e objetos queridos.”

Matéria publicada na revista Casa Claudia em novembro de 2014 por Simone Raitzik.

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PADARIAS EM SÃO PAULO DEIXAM AS MANHÃS MAIS FELIZES

Tradição paulistana, tomar o café da manhã fora de casa é mesmo uma delícia. Os ambientes charmosos são um atrativo extra. Combinados com as comidinhas tentadoras, viram a desculpa perfeita para um despertar bem preguiçoso.

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Aos sábados, domingos e feriados, chova ou faça sol, o paulistano adora dar folga à cafeteira e sair de casa em busca de um desjejum digno de hotel cinco estrelas. No começo, o destino era a padaria do bairro. Aí, surgiram as megapadarias, com seus bufês compridos e salões ruidosos. Agora, estão em voga boulangeries e cafés em que o décor é tão caprichado como o menu. Diferentemente do local que só vendia média e pão na chapa, eles investem em receitas artesanais e ingredientes que são um luxo só. Deu fome? Então confira cada uma delas abaixo.

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Padarias de São Paulo: 7 Molinos, um guloso despertar à moda francesa

Padarias em São Paulo: receitas de família e doses de alto-astral

Padarias de São Paulo: Julice Boulangére, delícias ao ar livre

Matéria publicada na revista Casa Claudia em outubro de 2014.

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RENDA ILUMINADA

Força e leveza. Jardim, Jader Almeida. As mesas laterais da Sollos, projetadas em 2011, têm altura entre 40 e 55 cm e diâmetros variados. Os materiais também mudam – a combinação de madeira com latão é apenas uma delas. Por 2 282 reais, cada exemplar, na Dpot.

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Matéria publicada na revista Casa Claudia em outubro de 2014.

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GARIMPEIROS DE MÓVEIS: LOJA DOS IRMÃOS VILELA GANHA NOVO ENDEREÇO

Os irmãos Vilela abrem galpão de design brasileiro no Bom Retiro em São Paulo.

A loja Teo é dos irmãos Teo e Lis Vilela.

A loja Teo é dos irmãos Teo e Lis Vilela.

A paixão por objetos e móveis modernos do Brasil virou negócio de família quando Teo e Lis Vilela inauguraram a Loja Teo, em 2007, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. O acervo sempre em expansão (reúne mais de 5 mil itens) agora passa a ocupar dois depósitos de 2 mil m² no Bom Retiro, além do ponto na R. João Moura. Tentar manter as peças assinadas num patamar de valores moderados é o foco do novo endereço. “Aqui, a maioria dos produtos custarão entre 50 reais e 5 mil reais”, afirmam.

Na seleção acima, artigos de até 2 mil reais: letra antiga de alumínio (450 reais), cadeira de 1954 (2 mil reais) traçada pelo designer Geraldo de Barros, luminária da Dominici dos anos 1960 (1,5 mil reais) e criado-mudo com pés palito (950 reais).

Na seleção acima, artigos de até 2 mil reais: letra antiga de alumínio (450 reais), cadeira de 1954 (2 mil reais) traçada pelo designer Geraldo de Barros, luminária da Dominici dos anos 1960 (1,5 mil reais) e criado-mudo com pés palito (950 reais).

Matéria publicada na revista Casa Claudia em novembro de 2014.

 

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TALENTO EM ASCENSÃO: CONHEÇA OS MÓVEIS DE BRUNO FAUCZ

Atento ao desejo do consumidor e ao design à prova do tempo, Bruno Faucz desponta como revelação no cenário nacional.

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Para o catarinense Bruno Faucz, o ano de 2014 terminará com tremendo saldo positivo: lançou 25 móveis, integrou a equipe estrelada que projetou luminárias para a Tok & Stok, criou a marca Moora Mobília Brasileira para a fábrica Artefama e ainda expôs na França. O convite para participar, em setembro passado, da Semana de Design de Paris foi inesperado. “Abri a caixa postal num dia qualquer, e a Galerie Joseph me chamava para exibir minhas peças lá”, conta. “Os curadores pesquisaram novos nomes do design brasileiro e chegaram ao meu.” Bruno levou quatro poltronas ao evento, entre elas a Nonno, da Moora, e a Cavalera.

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Matéria publicada na revista Casa Claudia em novembro de 2014.

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OS NERDS E OS CERTINHOS

A origem do termo nerd é incerta. Há várias explicações para a palavra, uma aparentemente mais fantasiosa que a outra. Uma das versões é que seria uma sigla para Northern Electric Research and Development, uma referência ao Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da canadense Nortel. Em algum momento, os técnicos que trabalhavam nessa área teriam passado a ser identificados pela palavra. Outra história remete ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT. Os alunos mais certinhos teriam recebido a alcunha de “Knurd”, ou “drunk” (bêbados) ao contrário. Há também quem diga que o termo deriva de um personagem infantil do escritor e cartunista americano Dr. Seuss.

Seja como for, os nerds passaram por uma reabilitação formidável nos últimos tempos. Em boa parte, isso decorre do sucesso de homens de negócio que construíram grandes empresas de tecnologia. Bill Gates, da Microsoft; Steve Jobs, da Apple; e Mark Zuckerberg, do Facebook, são exemplos bem acabados de nerds – todos muito bem-sucedidos. Essa mudança não vem de hoje. Na década de 90, um livro de Robert X. Cringely já prenunciava a transformação, sob o título “Impérios Acidentais: como os garotos do Vale do Silício ganham milhões mas não arranjam namorada”.

Essa falta de traquejo social é o mote de séries de TV recentes de grande audiência, como “The Big Bang Theory” e “Silicon Valley”, com a diferença de que a timidez e as manias dos personagens são vistas com simpatia. Na trama, eles são as estrelas, não o personagem secundário ridículo.

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Na Comic Con Experience, que começa hoje em São Paulo, os organizadores vão divulgar uma pesquisa feita com 12 mil pessoas em todo o Brasil. Os resultados confirmam que o nerd é majoritariamente homem e solteiro. É jovem, mas nem tanto. Quase 40% deles têm de 22 a 30 anos de idade. A renda familiar de quase metade (47%) vai de 4 a 20 salários mínimos e o grau de instrução é alto: um quarto dos nerds tem curso superior completo. Outros 34% têm superior incompleto, mas isso não significa que abandonaram a universidade. Por causa da idade, muitos ainda estão no banco escolar.

É um público com capacidade – e disposição – para consumir produtos que estejam relacionados a suas áreas de interesse, como personagens de fantasia e ficção científica. Mas a influência dos nerds vai além de seu próprio bolso. A paixão por super-heróis, por exemplo, ajudou a tornar esses filmes sucessos de bilheteria para espectadores que não davam a mínima ao tema. “Quando eu era criança, ler revista em quadrinhos era coisa de mané”, diz Heitor Valadão, um fã convicto da cultura pop. “Minha escola tinha milhares de alunos e só eu lia HQ. Hoje, pessoas que nunca leram quadrinhos usam camiseta do Capitão América. Virou coisa normal”. Em certa medida, todos se tornaram um puco nerds.

Algumas questões, porém, parecem preocupar apenas os mais nerds entre os nerds. Por exemplo, se nerd e geek é a mesma coisa. Segundo a pesquisa da CCXP, que organiza a convenção, a maioria (81,3%) acha que é tudo a mesma coisa. Mas quase 20% diz tratar-se de coisas diferentes. Para quem ficou perdido, nerds estariam mais para as ciências e a matemática e os geeks, para a tecnologia. Mas em se tratando de pessoas tão detalhistas, as definições estão sujeitas a longas discussões.

Matéria publicada no jornal Valor Econômico em 04 de dezembro de 2014 por João Luiz Rosa.

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CURADOR DE TENDÊNCIAS DIZ QUE DESIGN BRASILEIRO TEM IDENTIDADE PRÓPRIA

Parceiro da holandesa Li Edelkoort nacuradoria de tendências mundo afora,o paulista Sergio Machado garante: nosso mobiliário já tem identidade própria.

1 Existem móveis com a cara do país? O design brasileiro tem sido revolucionário desde a década de 1950, quando se distanciou da influência europeia e passou a se basear nas próprias raízes. Nesse cenário, destaco as peças de Joaquim Tenreiro, Oscar Niemeyer, Zanine Caldas, Carlos Motta, Domingos Tótora, Rodrigo Almeida e dos irmãos Campana. Como definir a brasilidade da qual tanto se fala? Ela tem a ver com rituais e comportamentos que definem nossa identidade. Mas vejo o fim dos clichês. Com o avanço do país, em todos os sentidos, e sua projeção no exterior, o olhar estrangeiro se aproxima cada vez mais da realidade: o Brasil é culturalmente rico e uma enorme fonte de inspiração.

Detalhe da mostra Bloom – Brasil Saboroso, montada pelo Studio Edelkoort na embaixada brasileira em Paris no mês de setembro.

Detalhe da mostra Bloom – Brasil Saboroso, montada pelo Studio Edelkoort na embaixada brasileira em Paris no mês de setembro.

 

Sergio assina a direção criativa da revista Bloom (mais à esquerda), bíblia de tendências que Li Edelkoort publica desde 1998

Sergio assina a direção criativa da revista Bloom (mais à esquerda), bíblia de tendências que Li Edelkoort publica desde 1998

Matéria publicada na revista Casa Clauda em novembro de 2014 por Rosele Martins.

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CURADOR DE TENDÊNCIAS DIZ QUE DESIGN BRASILEIRO TEM IDENTIDADE PRÓPRIA

Parceiro da holandesa Li Edelkoort nacuradoria de tendências mundo afora,o paulista Sergio Machado garante: nosso

mobiliário já tem identidade própria.

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Existem móveis com a cara do país?

O design brasileiro tem sido revolucionário desde a década de 1950, quando se distanciou da influência europeia e passou a se basear nas próprias raízes. Nesse cenário, destaco as peças de Joaquim Tenreiro, Oscar Niemeyer, Zanine Caldas, Carlos Motta, Domingos Tótora, Rodrigo Almeida e dos irmãos Campana.

Como definir a brasilidade da qual tanto se fala?

Ela tem a ver com rituais e comportamentos que definem nossa identidade. Mas vejo o fim dos clichês. Com o avanço do país, em todos os sentidos, e sua projeção no exterior, o olhar estrangeiro se aproxima cada vez mais da realidade: o Brasil é culturalmente rico e uma enorme fonte de inspiração.

Detalhe da mostra Bloom – Brasil Saboroso, montada pelo Studio Edelkoort na embaixada brasileira em Paris no mês de setembro.

Detalhe da mostra Bloom – Brasil Saboroso, montada pelo Studio Edelkoort na embaixada brasileira em Paris no mês de setembro.

 

Sergio assina a direção criativa da revista Bloom (mais à esquerda), bíblia de tendências que Li Edelkoort publica desde 1998

Sergio assina a direção criativa da revista Bloom (mais à esquerda), bíblia de tendências que Li Edelkoort publica desde 1998

Matéria publicada na revista Casa Clauda em novembro de 2014 por Rosele Martins.

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