Data: 23/05/2012, das 8h30 às 18h
Local: Espaço Vila Über - Vila Olímpia

 

CENÁRIO

 

A Evolução das Cozinhas

O desenvolvimento da cozinha está intrinsicadamente ligado ao desenvolvimento da capacidade de cozinhar do fogão. Até o século XVIII, a fogueira era a única maneira de esquentar a comida, e a arquitetura da Cozinha reflete isso. Quando avanços técnicos trouxeram novas formas de aquecer a comida nos séculos XVIII e XIX, os arquitetos tiraram vantagem da recém-adquirida flexibilidade para trazer mudanças fundamentais para a Cozinha. A água na torneira foi somente se tornando gradualmente disponível durante a industrialização; antes, a água tinha que ser adquirida do poço mais próximo e esquentada na Cozinha.

Primórdios

As casas na Grécia Antiga eram normalmente as de tipo átrio: os quartos eram arranjados ao redor de um pátio. Em muitas casas assim, um pátio coberto se não aberto serviam como a Cozinha. As casas dos ricos tinham a Cozinha como um quarto separado, sempre próximo ao banheiro (para que ambos os cômodos pudessem ser aquecidos pelo fogo da Cozinha, ambos os cômodos serem acessíveis do pátio. Em tais casas, era comum ter um cômodo de estocagem pequeno separado na parte de trás da Cozinha usado para armazenar comida e utensílios de Cozinha.

No Império Romano, pessoas comuns nas cidade não possuíam Cozinhas próprias; eles Cozinhavam seus alimentos em amplas Cozinhas públicas. Alguns possuíam pequenos fogões móveis de bronze, onde o fogo podia ser aceso para Cozinhar. Romanos ricos tinham Cozinhas relativamente bem equipadas. Numa típica villa Romana, a Cozinha era integrada no prédio principal como um quarto separado, destacado por razões práticas (fumaça) e razões sociológicas (operada por escravos). O fogo era tipicamente aceso sobre o piso, colocado próximo às paredes (alguns tinham que se ajoelhar para cozinhar). Não havia chaminés.

 

O mercado de cozinhas

Mercado Mundial

  • O Brasil corresponde a 2% da produção mundial de móveis
  • Oportunidades no segmento de Cozinhas – existem 2 fatores fundamentais para o crescimento: o aumento da exportação mundial e os novos mercados com a China e países periféricos.
  • A demanda por móveis de Cozinha no mundo deve-se manter forte, destaca o consultor Stefan Wille, diretor presidente do centro de estudos Aktrin Furniture Information Center do Canadá.
  • O mercado europeu de móveis para Cozinha (União Européia, Suíça e Noruega) passa por uma retomada, após as dificuldades enfrentadas com a adoção do "Euro".
  • Alemanha e Itália são os principais exportadores e França, Suíça, Bélgica e reino unido são os principais importadores.

 

Nos Estados Unidos:

  • Consumo mundial de Cozinhas de madeira maciça cresceu 42,9% entre 2000 e 2005 (Revista World Furniture com base nos estudos realizados pelo Csil Milano).
  • O tamanho do mercado é de 7 milhões de unidades e cresce a uma taxa anual de 10% a.a.
  • Há espaço para fornecedores de móveis para Cozinhas contemporâneos e acabamentos em pintura e papéis de revestimentos, especialmente as linhas média e média-alta.
  • O mercado Chinês em janeiro de 2007 era de 500 mil peças e no meio do ano chega a 1 milhão de peças.

Fonte: Matéria publicada na Revista Móveis de Valor.

 

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