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PAINEL INTERNACIONAL

18/02/2016

Pavilhão temporário na Itália, estação de metrô em Nova York e centro de convivência no Japão figuram entre os projetos premiados em festival mundial de arquitetura

Em meio aos 700 arquitetos de 47 países que participaram da última edição do World Architecture Festival, realizado em novembro em Cingapura, brilharam propostas voltadas para a coletividade e a diversidade cultural. O Brasil compareceu com o pavilhão temporário idealizado pelos estúdios de Arthur Casas e Marko Brajovic para a Expo Milão 2015 (um corpo de aço corten com rede de náilon suspensa e deck de garapa ocupando 4 mil m²). Já a renovação da estação do Fulton Center, em Nova York, obra dos arquitetos do Grimshaw, investiu no átrio central de 36 m de altura com a claraboia de mil painéis reflexivos no formato de diamantes. No Japão, em Soma City, comunidade atingida pelo terremoto de 2011, a ideia foi criar um espaço para a socialização das crianças, impedidas de brincar ao ar livre por causa dos níveis ainda preocupantes de radiação liberados pelo acidente nuclear de Fukushima. O ponto de convivência se ergueu por meio de doações e do trabalho voluntário do escritório Klein Dythan Archirtecture, capitaneado em Tóquio pelos britânicos Astrid Klein e Mark Dytham.

Matéria publicada por Arquitetura e Construção em dezembro de 2015

1° FOTO. De aço corten – A porosidade da grade metálica chamava atenção na obra brasileira, vencedora da categoria Exposição.

2° FOTO. De vidro – Melhor na categoria Transporte, o domo transparente inunda de luz a central pública de trens em Nova York.

3° FOTO. De madeira – Coberto por nove camadas de treliça laminada sustentadas por vigas, o playground japonês venceu na categoria Cultura.